Um crime com a chancela da repugnância. Uma menina de apenas 13 anos foi violentada pelo próprio padrasto que reside no bairro da Liberdade no município de Benevides, Região Metropolitana de Belém. O crime vinha sendo investigado depois que o Conselho Tutelar de Benevides recebeu a informação, através do Disque-Denúncia 100, dando conta que uma menina de 13 anos estava grávida de cinco meses e que, segundo os denunciantes, o autor seria o seu padrasto, de 32 anos.
Com apoio do chefe de operações da Delegacia de Benevides, investigador Lucival Pestana, e do investigador Milton, o conselheiro tutelar Manoel Paixão se dirigiu a residência onde a garota morava e a conduziu juntamente com o indiciado e a sua esposa. Na delegacia os dois negaram o fato. Mas após interrogatório feito pelo investigador Pestana, ela confirmou que o padrasto a engravidou.
Separado em outra sala, o acusado, conhecido como “Maranhão”, soube da confissão da garota e acabou se entregando. Colocado em uma cela, o indiciado passou trinta minutos com as mãos na cabeça refletindo o que fizera contra a própria enteada. Com exclusividade, o DIÁRIO acompanhou o caso desde a chegada a delegacia até a apresentação de “Maranhão”. A companheira dele conversou com nossa equipe, dizendo que convive com ele há aproximadamente oito anos, época em que a sua filha tinha apenas cinco anos de idade.
Ela relatou, perante o delegado Benedito Vilhena que nunca viu algo relativo ao estupro, e se surpreendeu quando sua filha confessou espontaneamente ao policial que o filho que está esperando é do padrasto. “Eu ouvi e me surpreendi quando a minha filha relatou que vem sendo abusada sexualmente desde quando ela tinha cinco anos de idade” disse.
O mais repugnante nesta história ainda aconteceu no último domingo (27), quando, aproveitando a saída da companheira e dos outros filhos, o acusado teria praticado a última relação sexual com a vítima, que se encontra no quinto mês de gestação.
(Diário do Pará)
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar