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POLÍCIA

Casal é preso com quatro quilos de cocaína

U m trabalho de investigações que partiram de denúncias ao telefone 181 resultou na prisão, pela Delegacia de Repreensão ao Entorpecente, de Débora Susi Moura Moreira, de 22 anos, e do mototaxista Cladismith Pasteur da Silva e Silva, de 24 anos, em uma ca

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U m trabalho de investigações que partiram de denúncias ao telefone 181 resultou na prisão, pela Delegacia de Repreensão ao Entorpecente, de Débora Susi Moura Moreira, de 22 anos, e do mototaxista Cladismith Pasteur da Silva e Silva, de 24 anos, em uma casa no bairro da Cohab, distrito de Icoaraci, com quatro quilos de cocaína pura.

Mesmo com ponto facultativo decretado pelo governo os policiais da Entorpecente, sob o comando do delegado Hennison Jacó, sacrificaram o benefício e montaram campana desde a noite do último feriado de Corpus Christi para lograr êxito em prender a dupla no momento que começavam a distribuição da droga.

Foram horas de observação utilizando os mais diversos meios de investigação para chegar até o mototaxista Cladismith Pasteur da Silva e Silva, conhecido como “Smith”, que mesmo desconfiado chegou até o local da entrega, uma casa alugada por Débora Susi Moura Moreira para os fins ilícitos. “Nossa equipe se dividiu e alternou personagens durante toda a noite do feriado e a sexta--feira para conseguir identificar os alvos no momento em que seria feita a entrega da droga que iria para outro bairro”, informou um dos policiais civis que participou da missão.

Levados para a Divisão de Repreensão do Crime Organizado, os dois indiciados contaram versões diferente para a grande quantidade de droga que renderia depois de beneficiada mais de R$100mil reais aos traficantes que teriam acesso ao entorpecente.

Cladismith Pasteur disse que trabalha como mototaxista em Icoaraci e que tinha sido contratado para levar uns papéis em uma local no bairro do Tapanã. Segundo ele, não sabia que se tratava de entorpecente, muito embora apareça na lista de pessoas que já têm passagem pela polícia e Justiça.

Débora Susi Moura Moreira disse ao DIÁRIO que trabalhava em uma oficina de bicicletas em Icoaraci e que foi solicitada, por telefone, por um homem que ela disse conhecer pelo prenome de Alexandre, que estaria preso em uma penitenciária do Estado, para fazer o transporte da droga. “Eu não acertei quanto ia ganhar, mas sabia que se tratava de droga” disse Débora Susi. Segundo as informações colhidas pelo delegado Hennison Jacó, a indiciada alugou a casa na COHAB há três meses e servia como ponte para distribuição do entorpecente para várias “bocas” em Icoaraci, Pratinha e Tapanã.

Depois de pesado, o produto somou quatro quilos e cem gramas que, depois de associada a diversos produtos, se transformaria em vinte e oito quilos, que, vendidos a R$4mil o quilo, renderia R$112 mil reais.

Os dois foram autuados por tráfico de drogas, sendo Débora Susi Moura Moreira encaminhada ao Centro de Recuperação Feminino do Coqueiro e Cladismith Pasteur da Silva e Silva transferido para o Centro de Triagem Metropolitano em Americano. (Diário do Pará)

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