Depois de enfrentar uma semana de sofrimento morreu, em um hospital particular, o cabo da Polícia Militar, lotado o Batalhão Penitenciário, Gilson da Silva Machado que foi baleado covardemente por dois assaltantes no último sábado (2), quando chegava para visitar o filho na 5ª rua do bairro Novo em Marituba.
O fato, acompanhado com exclusividade pelo DIÁRIO, teve grande repercussão a partir da edição da última segunda-feira (4).
O cabo Gilson que chegava à paisana à casa do filho, em Marituba, para visitá-lo, como fazia todos os finais de semana, mas fora surpreendido por dois elementos que anunciaram o assalto.Os meliantes estavam em uma motocicleta.
O cabo Gilson Machado teria reagido à ação criminosa e trocado tiros com os assaltantes sendo ferido mortalmente na cabeça e na perna. Ele teria também atingido um dos assaltantes que, aproveitando a confusão fugiram pela rua da Bica que dá acesso a várias invasões em Marituba.
O cabo Gilson foi socorrido imediatamente por uma viatura da Polícia Militar e levado primeiro para o hospital de Urgência e Emergência, em Marituba. Depois do atendimento emergencial, ele fora encaminhado para o Hospital Metropolitano, em Ananindeua,sendo finalmente conduzido a um hospital particular, onde faleceu vítima de uma parada cárdio respiratória, na manhã deste sábado (9).
O DIÁRIO acompanhou a movimentação de policiais militares de vários batalhões, com apoio da Rotam, no sentido de prender os criminosos ainda dentro do flagrante. Além de balearem o cabo Gilson, eles conseguiram levar a arma do policial, enquando a vítima agonizava.
Pela descrição de testemunhas, os assaltantes seriam da invasão Novo Horizonte. Um dos criminosos teria um palhaço tatuado no braço esquerdo. Um era branco e alto, enquanto o outro aparentava ser um menor, conhecido pela prática de assaltos na área.
Segundo informações não confirmadas, a Polícia Militar teria localizado em um hospital no interior um dos homens que mataram o cabo Gilson. O segundo estaria apreendido, também em uma cidade do interior, tendo confessado a prática criminosa.
O corpo do policial foi velado durante este domingo, com acompanhamento de seus familiares, colegas de farda e amigos. O enterro em aconteceu em um cemitério particular na Região Metropolitana de Belém .
(Diário do Pará)
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