Uma briga envolvendo estudantes na Avenida Almirante Barroso, por volta das 10 horas desta sexta-feira (15), teria motivado a explosão de um rojão e o apedrejamento contra uma escola, no início da tarde.
Segundo a Companhia Independente de Policiamento Escolar (Cipoe), trata-se de uma “rixa” entre estudantes da Escola Estadual Pedro Amazonas Pedroso e Escola Estadual Visconde de Souza Franco.
Pela manhã, um grupo de alunos da Escola Visconde de Souza Franco foi até a Escola Pedro Amazonas Pedroso e provocou verbalmente os estudantes, o que teria originado um tumulto. Três estudantes chegaram a ser detidos pela Polícia Militar, mas não foram apreendidos. Horas mais tarde, os estudantes do Pedro Amazonas Pedroso decidiram revidar as provocações e atiraram pedras e pedaços de pau contra o prédio do Souza Franco, finalizando com um rojão, dentro das dependências da escola.
A bomba, que segundo a Cipoe era um artefato de pequena proporção utilizado em festas juninas, foi atirada no estacionamento da escola. Nenhum estudante ficou ferido e nenhum veículo foi atingido ou depredado. A diretora da escola pediu aos alunos para que não saíssem e chamou a polícia.
Desta vez, os responsáveis pelo ataque tentaram fugir, mas quatro acabaram apreendidos e foram encaminhados para a delegacia do Marco, onde o caso foi registrado.
Samuel Souza Cavalcante, Vitor Mauro Silva das Chagas, Adriano Barbosa e Alan Seixas, todos com 18 anos de idade, foram detidos e autuados por desordem.
RECORRENTE
Essa não é a primeira vez que alunos das referidas escolas entram em conflito. O conflito é antigo e originou outros episódios violentos.
A Secretaria de Estado de Educação (Seduc) informou, através de nota, que as direções das escolas estão tomando medidas administrativas e pedagógicas sobre o ocorrido na manhã desta sexta-feira. Segundo a secretaria, o tumulto teria sido provocado por "pessoas de fora das unidades de ensino", e os estudantes de ambas escolas que se envolveram no ocorrido foram identificados tendo os responsáveis chamados à comparecer nas unidades para que outras medidas possam ser aplicadas.
(DOL, com informações de JR Avelar)
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