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POLÍCIA

Asilados, dupla assalta lojinha e vai presa

Com o nome em alta, a doméstica Suellen de Lima Pacheco, a “Suellen”, de 24 anos, asilada pela falta de dinheiro para curtir um final de semana nos balneários paraenses, resolveu convidar o parceiro Carlos Fabrício Vieira, de 34 anos, o “Coe” para assalta

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Com o nome em alta, a doméstica Suellen de Lima Pacheco, a “Suellen”, de 24 anos, asilada pela falta de dinheiro para curtir um final de semana nos balneários paraenses, resolveu convidar o parceiro Carlos Fabrício Vieira, de 34 anos, o “Coe” para assaltar uma lojinha de confecções na 5ª rua com a travessa São Roque, no distrito de Icoaraci, em Belém.

Segundo a vítima, a tarde de sábado estava terminando quando uma jovem entrou e começou a escolher várias peças de roupas estilo “periguetes”, levando de cara a desconfiança da proprietária. “Nós mantemos a porta fechada. Quando ela entrou, eu fechei novamente a porta, mas chegou um homem mal encarado querendo entrar, ai ela disse que era o marido que vinha pagar as roupas”, disse a vítima.

Quando o suposto marido entrou foi logo sacando um revólver e trancou a dona da loja no banheiro, começando a fazer uma limpeza geral em roupas e bijuterias encontradas nas prateleiras da lojinha. “Quando eles saíram, consegui sair do banheiro e pedi ajuda à Polícia Militar, que conseguiu localizar e prender os ladrões”, disse a vítima.

O sargento Everaldo e o cabo Joel, da viatura 9316, integrantes da 1ª Cia do 10º BPM, tiveram a missão de perseguir os assaltantes, que foram localizados ainda com todo material roubado e a arma de fogo, quando fugiam utilizando os serviços de um mototaxista.

VELHA DE GUERRA
Suellen de Lima Pacheco contou ao delegado Raimundo Jaime Mercês que estava em sua casa quando apareceu o parceiro “Coe”, aparentando estar drogado, e a obrigou a lhe acompanhar em uma “parada”.

“Como ele é perigoso e gosta de atirar em qualquer pessoa sem motivo ai eu aceitei fazer a parada com ele indo até a loja e roubar o que a gente podia levar”, disse Suellen que é velha conhecida dos policiais militares pelas várias vezes que foi presa por furto.

Carlos Fabrício, o “Coe”, que disse ser pedreiro, inverteu os papéis na hora do depoimento. Ele revelou que foi “Suellen” que teve a ideia de fazer a “parada” na loja.

“Quando eu cheguei ela já estava lá com tudo arrumado e comandando tudo inclusive mandando em mim”, disse na maior “cara de pau” o indiciado, que foi autuado por roubo qualificado e, na hora que ia sendo levado para o Centro de Triagem, perguntou se a comida da Susipe ainda estava com o bom paladar.

(Diário do Pará)

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