O reconhecimento, bem como a arma de brinquedo utilizada para intimidar a vítima e o capuz encontrado com Hemerson Renato Alves Pereira e um adolescente de 17 anos colocaram por terra a inocência jurada pela dupla e, com isso, Pereira vai “puxar” a primeira cadeia da vida. Já o adolescente será encaminhado à Data.
A dupla foi apresentada na Central de Flagrantes, em São Brás, para o delegado Antonio Marçal pelo cabo L. Silva e soldado Guilherme, da viatura 2582, da CIPTUR. Hemerson Pereira é acusado de roubar uma vítima, levando os celulares, quando a mesma caminhava pela rua Gama Abreu, no bairro da Campina.
Relatou a vítima que caminhava próximo à Igreja da Trindade quando os dois homens portando uma arma a abordaram tomando o celular, fugindo em seguida rumo à Praça da República. “O meu esposo saiu atrás deles e encontrou um carro da polícia, que conseguiu prender os dois”, disse a vítima em depoimento.
O cabo L. Silva, na qualidade de condutor dos indiciados, informou que estava procedendo ronda ostensiva quando populares informaram que estavam perseguindo dois assaltantes, sendo possível avistá-los e detê-los. Com eles foram encontrados: um capuz preto, dois celulares e uma arma de brinquedo.
“Eles estavam utilizando bonés na hora do assalto, mas, para tentar confundir seus perseguidores, colocaram os bonés dentro do capuz. Eles estavam em fuga pela rua Assis de Vasconcelos, quando conseguimos prendê-los”, relatou o cabo L. Silva, da Companhia Independente de Polícia Turística.
Na Central de Flagrantes de São Brás, ouvido pelo DIÁRIO, Hemerson Renato Alves Pereira negou que tivesse roubado a vítima, mas não teve explicação para o capuz e a arma de brinquedo. “Eu e o meu parceiro vínhamos do shopping onde eu fui comprar uma roupa”, disse o indiciado.
Ele acusou o adolescente com outra pessoa de serem os autores do delito. “Eu vinha pela Gama Abreu quando ouvi gritarem ‘pega ladrão’ e, com medo de uma bala perdida, corri e fui alcançado pelo carro da polícia”, tentou justificar Hemerson Renato.
DATA
O adolescente, que segundo a vítima portava a arma de brinquedo, confirmou as palavras do companheiro, mas não conseguiu convencer ninguém quanto a sua inocência, deste modo foi encaminhado à Divisão de Atendimento à Criança e o Adolescente (Data).
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