plus
plus

Edição do dia

Leia a edição completa grátis
Edição do Dia
Previsão do Tempo 27°
cotação atual R$


home
POLÍCIA

Mulher é amarrada e executada a facadas

A Divisão de Homicídios deve tomar para si as investigações para identificar um homem que matou com nove facadas a funcionária da Fundação Paraense de Radiodifusão (Funtelpa), Maria Odinéia Correa, de 52 anos. O fato ocorreu no final da tarde de sábado (2

twitter Google News

A Divisão de Homicídios deve tomar para si as investigações para identificar um homem que matou com nove facadas a funcionária da Fundação Paraense de Radiodifusão (Funtelpa), Maria Odinéia Correa, de 52 anos. O fato ocorreu no final da tarde de sábado (28), dentro de sua residência, em uma vila na avenida Tavares Bastos, no bairro da Marambaia.

Duas linhas de investigações serão desenvolvidas pela equipe da Divisão de Homicídios, sendo a principal delas um possível “acerto de contas”, uma vez que a Polícia Civil tem informações privilegiadas de que Maria Odinéia Correa devia a quantia de R$ 17 mil a um agiota.
O delegado Lenoir Cunha, da Divisão de Homicídios, que esteve no local do crime acompanhado de peritos do Instituto de Criminalística, vai trabalhar com depoimentos de pessoas que estavam no imóvel e vizinhos que viram a entrada do homem no local.

O assassino, que segundo uma testemunha portava uma arma de fogo e uma faca, entrou com facilidade na vila onde fica a casa da vítima, na avenida Tavares Bastos, rendendo a filha e a afilhada, que estavam no local com o neto de Odinéia, de cerca de seis meses. Eles teriam ficado presos em um dos cômodos da casa para que o assassino executasse a vítima.

Odinéia Correa foi amordaçada, teve as mãos e os pés amarrados e depois foi morta com nove facadas, sendo três no pescoço, que praticamente a degolaram.

Segundo o cabo Nascimento, do 1º Batalhão da Polícia Militar, que esteve no local isolando a área, o assassino entrou a pé na vila do Beto, como é conhecido o local, e foi até a residência de Odinéia. Armado de um revólver, ele rendeu a filha, a afilhada e o bebê, e perguntado pela “coroa”.

Odinéia Correa morava há pouco tempo na vila do Beto e, recentemente, recebia muitas visitas, segundo informou ao delegado Lenoir Cunha o dono do imóvel. Após render os familiares, o assassino teria ameaçado matar o bebê caso as duas mulheres gritassem.

O delegado Lenoir Cunha disse que testemunhas ouviram quando o assassino disse para Odinéia: “Tu sabes que estás devendo e eu vim fazer o acerto de contas”, dizia o assassino, tendo a vítima, por duas vezes, citado o nome dele, uma prova de que ela o conhecia, segundo a polícia.

Durante o tempo em que o corpo estava sendo periciado por homens do Instituto de Criminalística, parentes e amigos da Fundação Paraense de Radiodifusão chegavam ao local do crime e saíam chocados com a cena encontrada dentro do imóvel.

O assassino, talvez na tentativa de descaracterizar as investigações, levou R$350,00 e o celular da vítima, onde devia constar ligações ou mensagens que pudessem comprometer a identificação do matador. “A polícia não descarta também o latrocínio. Vamos investigar tudo”, disse o delegado Lenoir Cunha da Divisão de Homicídios.

No Twitter, a presidente da Funtelpa, Adelaide Oliveira, confirmou que Maria Odinéia, funcionaria do administrativo da fundação, foi encontrada morta. “Tudo indica que foi latrocínio”, disse. “Que Deus dê paz à sua alma e consolo aos familiares. Todos da @funtelpa lamentam profundamente e estão solidários neste momento”, lamentou.

(Diário do Pará)

VEM SEGUIR OS CANAIS DO DOL!

Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.

Quer receber mais notícias como essa?

Cadastre seu email e comece o dia com as notícias selecionadas pelo nosso editor

Conteúdo Relacionado

0 Comentário(s)

plus

    Mais em Polícia

    Leia mais notícias de Polícia. Clique aqui!