Carlos Alessandro Duarte, autor das nove facadas que tiraram a vida de Maria Odinéia Correa, servidora da Funtelpa (Fundação de Telecomunicações do Pará), em julho, confirmou durante depoimento que Aretha Caroline Correa de Sales, filha da vítima, foi a mandante do crime.
Outros dois acusados de envolvimento no assassinato, Rosivaldo Gemaque Lima, que vigiou a frente da casa enquanto Odinéia era assassinada; e Raphael de Souza e Silva, genro da vítima e cúmplice de Aretha, também foram presos.
De acordo com a Divisão de Homicídios, que conduz as investigações, o crime foi motivado pela intenção de Aretha ficar com a casa da mãe, onde pretendia morar com seu marido Raphael, e uma filha do casal. A jovem não tinha um bom relacionamento com a mãe, Odinéia. A primeira versão de Aretha sobre o crime, sobre o assassino tratar-se de um agiota, foi inventada pela jovem.
A DH também explicou que conseguiu chegar até o assassino através do rastreamento de um celular, que foi subtraído da vítima e vendido pelos envolvidos a um oficial da Marinha, que também acabou detido pelo crime de receptação.
Após a prisão dos acusados, o inquérito deverá ser encerrado pela DH e encaminhado para a Justiça para julgamento dos envolvidos. (DOL, com informações da RBA TV)
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