O servente de obras Ademilson da Costa Santa Brígida, de 28 anos, foi preso e indiciado pela Polícia Civil por tráfico de drogas após ser flagrado com 43 petecas de pasta base de cocaína. A droga estaria escondida dentro de uma geladeira na rua Major Cornélio no bairro do Pina, em Santo Antônio do Tauá.
A prisão de Ademilson foi realizada pela guarnição dos cabos Osvaldino, Agnaldo e Da Silva, que integram o efetivo da 17ª Zona de Policiamento, sob o comando do capitão Alfeu, com jurisdição em vários municípios da região nordeste do Estado.
As badaladas do relógio da igreja matriz do Tauá fechavam a meia noite quando a viatura do cabo Osvaldino fazia uma saturação no bairro do Pina sendo informados anonimamente que um homem vestindo camisa e boné vermelhos e bermuda cinza havia saído de sua casa na rua major Cornélio, em companhia de uma mulher, para pegar droga e que depois retornaria para venda do entorpecente.
No meio da ligação telefônica, o informante dizia que assim que os mesmos retornassem avisaria por telefonema a guarnição. Passados alguns minutos a pessoa ligou, dizendo que o homem acabara de retornar com as drogas. Na chegada ao local indicado, a polícia encontrou o denunciado que, ao perceber a presença dos policiais militares, tentou esconder a droga dentro de uma geladeira, sendo preso em flagrante.
Contabilizando o “bagulho”, os policiais militares do Tauá encontraram 43 papelotes de “pasta base de cocaína”. Ademilson da Costa Santa Brígida, conhecido como “Neném”, foi encontrado ainda com uma quantia de R$23,00.
“Ademilson que foi lá mesmo interrogado por nossa guarnição, confessou que a droga pertencia e ele e que foi comprada de um mototaxista de Santa Izabel do Pará que vem de moto entregar a droga em Santo Antônio do Tauá”, relatou o cabo Osvaldino na Delegacia de Polícia Civil.
Em seu depoimento, “Neném” confessou a posse do entorpecente. Ele contou que foi pegar na PA-140, próximo ao Mercado Municipal, com um homem o qual alega não conhecer. O entregador teria vindo numa motocicleta de cor amarela, vestindo uma roupa de mototaxi, teria feito a entrega do material entorpecente e depois ido embora para Santa Izabel.
Cada capelote seria vendido por R$10,00, devendo pagar a quantia de R$300,00 para o mototaxista e seu lucro seria de R$140,00. Quanto ao dinheiro encontrado com ele, este afirmou que é proveniente do “Bolsa Família”.
(Diário do Pará)
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar