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POLÍCIA

Polícia investiga atentado contra prefeita

A Polícia Civil continua as investigações para chegar ao autor da tentativa de homicídio contra a prefeita Márcia Cavalcante ( PSD ), do município de São miguel do Guamá, nordeste do Estado. O atentado aconteceu em frente à residência da prefeita, após um

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A Polícia Civil continua as investigações para chegar ao autor da tentativa de homicídio contra a prefeita Márcia Cavalcante ( PSD ), do município de São miguel do Guamá, nordeste do Estado. O atentado aconteceu em frente à residência da prefeita, após um comício.

Era por volta das 23h quando Márcia Cavalcante, que concorre à reeleição, chegava em sua casa após um comício na cidade. Antes de entrar, a prefeita foi a casa de um vizinho e sentou-se para conversar. Alguns minutos depois um homem numa motocicleta parou o veículo, desceu, falou alguns palavrões direcionados a prefeita e começou a atirar. Num gesto de defesa, Márcia Cavalcante levantou os braços à cabeça e cruzou as pernas próximas ao peito. O bandido acertou um tiro de raspão na perna da prefeita e logo foi surpreendido por um homem identificado por Simas. Os dois travaram luta corporal e Simas também foi atingindo por três tiros na perna. O bandido conseguiu fugir pela rodovia BR–316.

Após o crime, São Miguel do Guamá recebeu um grande aparato policial. Equipes da capital paraense e da superintendência do salgado, com base em Castanhal, foram ao município dar apoio nas investigações. “Vamos apurar os fatos e tentar esclarecer esse crime contra a prefeita da cidade”, disse o delegado Augusto Damasceno.

De acordo com o superintendente da zona do salgado, delegado Luiz Xavier, o autor da tentativa de homicídio estava portando uma pistola 380. “A intenção dele era executar a prefeita. Quem vai cometer crime com esse tipo de arma, dificilmente não conclui o serviço. Felizmente a prefeita deu sorte e escapou com vida”, disse.

O delegado disse ainda que as investigações vão começar do zero, sem descartar nenhuma hipótese para a tentativa de homicídio, como, por exemplo, crime ligado à política. “A prefeita Márcia Cavalcante estaria sofrendo ameaças por telefone e não procurou a polícia. Vamos investigar tudo até chegar ao autor ou autores do crime, sem descartar, é claro, a motivação política”, concluiu Xavier.

(Diário do Pará)

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