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POLÍCIA

Três irmãos presos por tráfico

Três irmãos que se preparavam para faturar uma boa grana vendendo entorpecente no Círio de Vigia acabaram presos em flagrante pela equipe de policiais militares do destacamento local, que tem à frente o capitão Guimarães. No relato de apresentação, o cab

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Três irmãos que se preparavam para faturar uma boa grana vendendo entorpecente no Círio de Vigia acabaram presos em flagrante pela equipe de policiais militares do destacamento local, que tem à frente o capitão Guimarães.

No relato de apresentação, o cabo Gadelha informou que estava em ronda pela cidade de Vigia, que apresentava uma grande movimentação devido o Círio de Nossa Senhora de Nazaré, quando recebeu uma denúncia anônima de que no bairro do Pantanal, na rua Pedro Raiol, nº 465, três homens estavam “batendo” e “embalando” drogas do tipo “pasta base de cocaína” para comercialização às vésperas do Círio.

“Eu pedi apoio ao pessoal da Rocam com o cabo Borges que estavam de reforço na cidade e lá encontramos os três homens, sendo um deles identificado como Josemar, que assumiu ser o dono da droga ali encontrada”, disse o cabo Gadelha.

Foram apreendidos no local 113 gramas de pasta base de cocaína, dois quilos e meio de barrilha, uma balança de precisão pequena, uma arma caseira tipo bufete, além de três facas, sendo uma tipo peixeira e dois aparelhos celulares.

Os presos foram identificados como Josemar Rodrigues Martins, Joelson Rodrigues Martins e Juranil Rodrigues Martins (todos irmãos), autuados em flagrante delito sobre a acusação dos crimes de tráfico de drogas e associação ao tráfico de drogas.

O cabo Gadelha informou que ao fazerem o cerco no laboratório da droga, os três homens foram encontrados na cozinha da casa no momento do processo de preparo e embalagem da droga para posterior comercialização.

Em depoimento na Delegacia de Policia Civil de Vigia, Josemar Rodrigues Martins entregou “toda a parada”. Ele disse que há dois meses conheceu um homem de alcunha “Careca”, que o apresentou outro de apelido “Peixe”, que mora em Marituba, sendo este o fornecedor das ”pedras de óxi” que eram entregues na BR-316 em Marituba.

“Por este bagulho eu paguei R$2 mil e depois de preparada ia render 250 petecas vendidas a R$10,00, tendo um lucro de R$500,00”, disse Josemar, que forneceu informações importantes para a polícia pegar toda a quadrilha.

(Diário do Pará)

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