Policiais militares do 12º BPM, com sede em Santa Isabel, vêm travando uma batalha para retirar, cada vez mais, armas de fogo que estão nas mãos de assaltantes e traficantes e que contribuem para modalidades de crimes como assaltos e homicídios.
A determinação do comandante do batalhão tenente coronel Dilson Júnior é abordar o maior número de pessoas suspeitas e dentro deste esquema mais uma arma de fogo foi retirada das ruas de Santa Izabel do Pará pela equipe dos cabos Chagas e Vidal, integrantes da 17ª Zona de Policiamento.
Foi detido Everson Júnior da Silva Santos de 30 anos quando este andava pela PA-140 próximo ao Jardim Florestal em atitude suspeita e ao fazer a revista de rotina foi encontrado em seu poder um revólver calibre 32 com seis munições intactas.
Os detalhes da prisão de Everson foram relatados no boletim de ocorrência na Seccional Urbana de Santa Izabel do Pará, dando conta que durante uma ronda ostensiva foi informando que um jovem de porte físico forte, trajando camisa vermelha estava caminhando pela rodovia PA-140 portando uma arma de fogo tipo revólver.
“Começamos a fazer rondas como o cabo Vidal e já próximo ao bairro Santa Lúcia avistamos o nosso alvo, já na garupa de um moto-táxi e, ao o abordamos, se configurou a denúncia, sendo dada voz de prisão para o rapaz, que foi levado para procedimentos na delegacia” informou o cabo Chagas.
Em depoimento Everson Júnior da Silva Santos disse que trabalhava como segurança autônomo prestando serviços em festas desta cidade e quando ia para casa encontrou um desconhecido na praça de Santa Izabel, o qual ofereceu um revolver calibre 32 por R$ 100,00.
Justificando a posse da arma Everson Júnior disse que como trabalha de segurança e apos a saída das festas se desloca para sua casa, muitas das vezes passando por bairros perigosos, resolveu comprar a arma para sua própria segurança.
“Eu não conheço o homem que me vendeu a arma. Acho que ele sabia que eu era segurança e por isto me vendeu o revólver” disse Everson Júnior que pelos levantamentos da Polícia Civil nunca foi preso nem processado, sendo esta a primeira ação que vai responder na Justiça.
(Diário do Pará)
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