Policiais militares da 18ª e 17ª Aisp (Área Integrada de Segurança Pública) apreenderam, em Ananindeua, o total de 50 petecas de pasta base de cocaína. A primeira apreensão ocorreu próximo a Feira da Cidade Nova 6, quando, segundo a PM, o jovem Giovane Lima da Silva, 23, foi flagrado portando 35 petecas de cocaína. “Estavamos em ronda pela área, quando avistamos o Giovane em atitude suspeita e resolvemos fazer a abordagem. Demonstrando bastante nervosismo, ele ainda tentou se evadir do local, mas agimos mais rápidos e durante a revista foram encontrados os 35 papelotes da droga”, afirmou o sargento Pereira, da viatura 8101, pertencente a 18ª Aisp.
A segunda apreensão foi realizada no bairro do Jaderlândia, onde a polícia afirma ter encontrado 15 petecas de cocaína com o garçom Adriano Martins do Nascimento, 18 anos.
“A nossa apreensão também foi durante uma ronda de rotina. No caso, na rua 10 de Maio, no Jaderlândia, onde durante uma revista em mototaxistas e passageiros que trafegavam pela área, encontramos as 15 petecas com o acusado, que estava tentando se evadir como passageiro de um mototaxista”, garantiu o soldado Joel, da viatura 8142, a 17ª Aisp.
O suspeito detido próximo a Feira da Cidade Nova 6, afirmou que a droga era dele, mas disse que todo o material apreendido era para consumo próprio. “Eu admito que essa cocaína é minha, sim. Mas isso não era para vender. Era só para consumo mesmo, pois eu sou viciado e preciso manter meu vício”, alegou Giovane da Silva.
O jovem detido em flagrante no bairro do Jaderlândia negou a versão apresentada pela PM e disse que os entorpecentes pertenciam ao mototaxista que carregava ele no momento da abordagem da polícia.
“Eu não tenho nada a ver com isso, não. Sou trabalhador, trabalho de garçom e no momento da abordagem eu estava voltando para a casa. Por isso estava num mototaxi. Não sei por que a polícia me prendeu, pois droga não foi encontrada comigo. Deviam prender era o mototaxista, foi ele que jogou o saco com a droga na hora que viu a PM. E no final, ainda colocou culpa em mim”, alegou Adriano. Os casos foram registrados na Central de Flagrante da Seccional Urbana da Cidade Nova.
(Diário do Pará)
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