A cidade de Altamira, sudoeste paraense, foi palco de uma megaoperação policial de repressão ao tráfico de drogas. Quatro pontos de venda de entorpecentes foram desarticulados e doze pessoas presas em menos de 24 horas. Nos locais, drogas, armas, munições, dinheiro e telefones celulares usados no tráfico foram apreendidos. A ação policial foi resultado de investigações e do trabalho integrado entre a Polícia Civil, sob comando do delegado Paulo Mavignier, e do Grupo Tático Operacional (GTO), da Polícia Militar, que teve à frente o sargento Jadisley Estevam.
A primeira pessoa a ser presa foi Rosinete Monteiro Ximendes, conhecida como “Vampirinha”. Após a prisão dela, surgiram novas informações que levaram a Polícia Civil a intensificar as investigações, durante o dia e no início da noite da última quarta-feira, 26, quando mais uma ação foi deflagrada na rua das Olarias. Na mesma localidade foi localizado outro ponto de venda de drogas, duas pessoas - um adolescente e a tia dele, Maria de Nazaré Duarte Matias, conhecida como ‘’Veínha’’ – foram presas e duas “pedras de crack” e um cartucho intacto de munição recolhidos.
Na sequência, o delegado Paulo Mavignier com a equipe de policiais civis seguiu para outro ponto de venda indicado nas investigações, na rua 4, da invasão dos Padres. Durante as buscas foram encontradas mais “pedras de crack”, dinheiro e celulares. Os traficantes Gil Herlison M. da Silva Amaral e Sinéia Silva da Silva foram presos e outro adolescente foi apreendido.
Outra equipe da Polícia Militar apresentou mais seis envolvidos no tráfico de drogas. Com eles, além de armas de fogo, foram encontrados petecas de “crack” e dinheiro. O superintendente regional do Xingu, delegado Cristiano Marcelo do Nascimento, avalia a operação policial como extremamente positiva. “Reafirmamos nossos propósitos de trabalho integrado entre a Polícia Civil e Militar na redução da criminalidade em Altamira, trabalho esse que vem surtindo bons resultados em toda a região”, ressaltou.
(Diário do Pará)
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