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POLÍCIA

Crime no Icuí pode ter sido passional

José de Ribamar Barros, de 31 anos, conhecido como “Maranhão”, que residia na rua Rodolfo Dias, no jardim Samambaia, no Icuí-Guajará, pode ter sido morto em um crime passional e somente a Polícia Civil pode definir as causas e apontar os assassinos e poss

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José de Ribamar Barros, de 31 anos, conhecido como “Maranhão”, que residia na rua Rodolfo Dias, no jardim Samambaia, no Icuí-Guajará, pode ter sido morto em um crime passional e somente a Polícia Civil pode definir as causas e apontar os assassinos e possíveis mandantes.

“Maranhão” foi executado dentro de uma residência na quadra 04 conjunto Mururé no Icuí, mas só horas depois é que os donos da casa descobriram o cadáver. “Ele não morava no local onde aconteceu o crime” revelou o delegado Lenoir Cunha da Divisão de Homicídios da Polícia Civil.

O crime está cheio de mistérios e uma das linhas de investigações da Polícia Civil passa pela passionalidade. Uma fonte revelou que alguém estava insatisfeito com o romance que “Maranhão” vinha tendo recentemente com uma mulher separada do marido.

O que ninguém a princípio soube explicar é porque José de Ribamar Barros morreu dentro desta casa no Icuí se não morava lá. Parentes da vítima registraram um lacônico Boletim de Ocorrência na Seccional Urbana da Cidade Nova dando conta que a vítima foi encontrada por uma adolescente, já morto e que somente foi comunicado à Polícia Militar duas horas após o fato.

Vizinhos, que não quiseram se identificar, disseram que os autores do crime foram dois homens que estavam em uma motocicleta. “A gente acha que ele sabia que estava marcado para morrer, pois ao ver os assassinos correu e entrou na casa onde ficou encurralado e lá mesmo foi morto”, informou a testemunha.

No local do crime, silêncio total por parte dos moradores, que de longe observavam toda a movimentação dos peritos do Instituto de Criminalística e dos homens da Divisão de Homicídios. O delegado Lenoir Cunha mandou conduzir a dona da residência onde ocorreu o crime e sua filha, uma adolescente, para serem ouvidas na Seccional da Cidade Nova.

Verificando os antecedentes de José de Ribamar Barros, ele respondia a três procedimentos na Justiça, desde 2004, inclusive teve prisão preventiva decretada, foi preso e depois conseguiu sair durante um dos mutirões carcerários.

(Diário do Pará)

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