Um fato inusitado entre um grupo de contratantes de um condomínio residencial no município de Marituba, Região Metropolitana de Belém, e a empresa PDG (Poder de Garantir) acabou em acordo após confusão no escritório da empresa.
De acordo com os contratantes, eles foram até a sede da empresa reivindicar uma solução sobre o distrato do contrato que solicitaram após o embargo da obra na semana passada. O advogado Marcos Vinicius, que começou a pagar em novembro do ano passado junto com os amigos e até mesmo a namorada vários apartamentos no condomínio "Città Miriti" afirmou a reportagem do DOL que apenas um dos contratantes teve o distrato aceito pela empresa, mas não recebeu o dinheiro de volta. "Tivemos de nos unir para ter nossos direitos garantidos, já paguei mais de R$ 1.600,00 no meu apartamento e não vou sair no prejuízo", diz o comprador.
Nesta segunda-feira, por conta da demora de uma justificativa da empresa, Marcos se dirigiu, na companhia da advogada dele, para dar voz de prisão a um dos diretores da empresa alegando que a empresa estrapolou o prazo do contrato e exige a devolução do dinheiro.
A prisão apenas não ocorreu no escritório da empresa localizado na Travessa Padre Eutíquio em Belém, por conta de um acordo entre advogados. Por conta disso eles desistiram temporariamente.
Através de nota, a PDG, empresa responsável pelo Condomínio Cittá Miriti, informou que o cliente assinou o distrato em 10 de outubro e, conforme o contrato, receberá o valor acordado em 45 dias úteis.
(DOL)
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