U m crime com o signo da repugnância. Uma menina de apenas 13 anos foi abordada por três elementos quando ia em companhia do irmão de 15 anos comprar um lanche e acabou estuprada em um matagal, depois que dois deles imobilizaram o irmão que a tudo assistiu, sem nada poder fazer.
O caso estava sendo apurado pela Polícia Civil de Vigia depois que o registro foi feito pelos pais da menor. Eles contaram que no dia, a menor de apenas 13 anos saiu em companhia do irmão para comprar um lanche e quando estavam bem próximos da residência, foram abordados pelos dois acusados, naquele momento não identificados e mais Paulo Nadielson Gomes Monteiro, conhecido como “Nad”, que anunciaram o assalto.
Depois de subtraírem os pertences da vítima, o homem conhecido como Eldelson resolveu que queria estuprar a vítima e então a levou para um matagal próximo ao cemitério e com ela manteve relação sexual, inclusive anal, enquanto os outros dois, sendo um deles menor, imobilizavam o irmão da vítima.
Após o primeiro estupro, foi à vez do menor e seu irmão conhecido como “Nad” passarem a abusar da menor, fato este ocorrido na frente do irmão da vítima que foi obrigado a presenciar os abusos sofridos por sua irmã.
Após o ocorrido, a menor compareceu à Delegacia de Polícia Civil de Vigia perante o delegado Evandro Araújo, que abriu o inquérito policial e foi encaminhada ao Centro de Perícias Renato Chaves em Castanhal, onde se constatou que era virgem e que realmente fora abusada pelos três acusados.
Diante dos fatos, foi solicitada a prisão preventiva dos dois maiores e a internação do menor que participaram do crime. Neste final de semana, a equipe da Polícia Civil composta pelo delegado Evandro Araújo, investigadores Fábio e Marília e escrivão Gláuber, conseguiram realizar a prisão de Eldelson Costa Pinheiro conhecido como “Preto”, de 20 anos, e a apreensão do menor, que confessaram o estupro.
Já o terceiro acusado, Paulo Nadielson Gomes Monteiro, o “Nad” (foto) teve sua prisão preventiva decretada, porém ainda não foi preso. Por isso a Polícia Civil pede a ajuda da população para a sua captura, através do disque-denúncia, no número 181, ou através do 3731-1778.
(Diário do Pará)
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