plus
plus

Edição do dia

Leia a edição completa grátis
Edição do Dia
Previsão do Tempo 23°
cotação atual R$


home
POLÍCIA

Mulher enterrava entorpecente no quintal

A doméstica Ivaneide da Silva Pacheco, de 45 anos, foi presa e indiciada por tráfico de drogas na ilha do Mosqueiro, depois que policiais militares do efetivo da 2ª Companhia Integrada da PM, que atua na área da 16ª AISP, receberam uma denúncia anônima de

twitter Google News

A doméstica Ivaneide da Silva Pacheco, de 45 anos, foi presa e indiciada por tráfico de drogas na ilha do Mosqueiro, depois que policiais militares do efetivo da 2ª Companhia Integrada da PM, que atua na área da 16ª AISP, receberam uma denúncia anônima de que na passagem Santo Antônio, numa área de invasão conhecida como “Pução”, no bairro de Carananduba, uma senhora estaria enterrando certa quantidade de entorpecentes no quintal de sua residência.

CONSISTÊNCIA

A denúncia tinha uma consistência tão grande que o sargento Jorge deslocou as viaturas 8403, 8404 e 8405, a fim de dar o flagrante na situação. Com apoio dos cabos Rodrigues, Júnior, Vanda, Da Silva, Jorge e soldado Gerson, foi realizado um cerco avistando uma senhora de aproximadamente 45 anos em atitude suspeita.

Muito ne rvosa, a mulher, que se identificou como Ivaneide da Silva Pacheco, acompanhou os policiais militares na revista, sendo encontrado enterrado no quintal da casa um invólucro com vinte e oito “petecas” de substância semelhante a pasta de cocaína e onze “trouxas” de maconha, todas dentro de uma bolsa pequena.

CONFISSÃO

“Interrogada no local quanto à procedência do entorpecente, a mulher disse que lhe pertencia e não tinha mais nada a declarar, sendo encaminhada à Seccional Urbana do Mosqueiro para os procedimentos que a legislação requer”, afirmou o sargento Jorge.

Refeita do fato, a doméstica Ivaneide da Silva Pacheco, já na presença do delegado de plantão, disse que conheceu uma senhora que não soube identificar nome a qual afirmou que residia em Belém e estava procurando um nacional de prenome Luiz.

“Eu disse a ela que não conhecia nenhum Luiz naquela área. Já no início da tarde, ela retornou à minha casa, solicitando permissão para enterrar no meu quintal, em um monte de areia, uma bolsa pequena, e eu autorizei, tendo a mulher exigido que não era para deixar as crianças se aproximarem do local onde estava enterrada a bolsa”, relatou em depoimento Ivaneide Pacheco.

(Diário do Pará)

VEM SEGUIR OS CANAIS DO DOL!

Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.

Quer receber mais notícias como essa?

Cadastre seu email e comece o dia com as notícias selecionadas pelo nosso editor

Conteúdo Relacionado

0 Comentário(s)

plus

    Mais em Polícia

    Leia mais notícias de Polícia. Clique aqui!