Executada a tiros, Gleiciane da Silva Valadares, de 20 anos, teria ido até ao local do assassinato de mototáxi para receber dinheiro de produtos de beleza que vendia e quando foi abordada pelo homem que efetuou os disparos, a jovem falava ao celular com uma amiga.
O crime ocorreu por volta das 19h30 de ontem, na rua José Maria da Costa, no final da linha do ônibus Tapanã / Ver-o-Peso, no bairro do Tapanã.
De acordo com informações do soldado Hugo Sales da 3ª Companhia de Policiamento / 10° Batalhão, o mototaxista que conduziu a vítima relatou que Gleiciane desceu do veículo falando ao celular e cinco minutos depois o executor atirou. “Ele como testemunha contou que percebeu um homem se aproximando andando, de cabeça baixa e boné. Ele disse também que ouviu mais de quatro tiros”. O celular não foi encontrado.
Ainda segundo a Polícia Militar, a família da jovem informou que ela vendia produtos de beleza e deve ter ido ao local receber dinheiro das vendas, já que tinha muitos clientes na área por ter morado no bairro.
O PM também ressaltou que a vítima estava separada há dez dias e o ex-companheiro, conhecido da polícia, teria tido envolvimento com tráfico de drogas. “Foi uma execução e aparentemente um acerto de contas. Ela pode ter pagado por esse relacionamento, no lugar dele. Mas ele está aqui e ajudando a identificar o suspeito”.
A Divisão de Homicídios da Polícia Civil esteve no local para investigar o caso. O corpo foi periciado por uma equipe do “Renato Chaves” e removido para o Instituto Médico Legal (IML).
(Diário do Pará)
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