Com atraso, começou o julgamento do goleiro Bruno Fernandes e de outros quatro réus pela morte de Eliza Samudio, no Fórum de Contagem, em Minas Gerais.
E o clima tenso já resultou em confusão, com uma troca de tapas entre os advogados Ércio Quaresma, defensor do ex-policial civil Marcos Aparecido dos Santos, o “Bola” e Rui Pimenta, advogado de Bruno.
Quaresma mal havia entrado no tribunal quando disse que Pimenta tirou seus pertences da mesa reservada por ele. Não satisfeito em gritar, ele deu um tapa no peito do colega, que revidou com outro no braço. "Não me põe a mão", disse Pimenta ao bater no defensor de “Bola”.
Para tentar amenizar e dar inicio ao julgamento, a juíza Marixa Fabiane cedeu o lugar para Pimenta após ele pedir e alegar que a mesa estava vaga. Ele voltou atrás e a juíza concedeu 5 minutos para a questão ser resolvida e os defensores acabaram ocupando a mesma mesa no plenário.
O julgamento
Bruno sentará ao lado do primo Macarrão no banco dos réus para responder pelos crimes de homicídio triplamente qualificado, sequestro e cárcere privado. “Bola” também responderá pelos mesmos crimes e ainda por ocultação de cadáver. As ex-mulheres do goleiro, Dayanne do Carmo (legítima) e Fernanda Gomes Castro (amante) serão julgadas pelos crimes de sequestro e cárcere privado. Os júris de Wemerson Marques Souza, o Coxinha, e de Elenílson Vítor da Silva, também acusados no processo, foram desmembrados desse julgamento e serão julgados em outro, que será realizado no ano que vem.
(DOL, com informações do Portal Terra)
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