Executado com um tiro na cabeça, Hamilton da Silva Lopes, de 37 anos, estava jogando baralho em um bar com alguns amigos quando um homem ainda não identificado, entrou no local e efetuou o disparo, fugindo em seguida sem ser reconhecido pelas testemunhas. O crime ocorreu por volta das 19h30 de ontem, na passagem Lauro Pessoa com o canal do Tucunduba, no bairro do Guamá.
TIROS E CORRERIA
De acordo com o sargento Clóvis Carvalho da 3° Companhia de Policiamento / 20° Batalhão da Polícia Militar, os companheiros de carteado da vítima correram quando ouviram o tiro e não foram encontrados no local.
O sargento contou que existem duas hipóteses sobre a fuga do suspeito. “Tem uma bicicleta abandonada no local, que pode ser do executor ou da vítima. Assim como o assassinado pode ter chegado andando e fugido de moto com algum comparsa que o esperava para dar fuga”.
HOMICÍDIO
Clóvis relatou ainda que Hamilton foi condenado há cinco anos pelo crime de homicídio, praticado no bairro do Guamá. “Ele cumpriu pena e recentemente foi solto”.
O PM acredita em vingança. “Algum parente dessa vítima que foi assassinada por ele, deve ter vindo se vingar”. A polícia ressaltou que foi encontrada uma cápsula, mas que não tem pistas do suspeito.
LEI DO SILÊNCIO
“Pouco se fala sobre assunto. Aqui prevalece a lei do silêncio, então fica até difícil identificar o suspeito”.
A Divisão de Homicídios da Polícia Civil esteve no local para investigar o caso. O corpo foi periciado por uma equipe do CPC Renato Chaves e removido para o Instituto Médico Legal (IML).
(Diário do Pará)
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