Os policiais militares da ronda motorizada Jorge e Renato prenderam na tarde de terça-feira (27) o acusado de ser homicida, Elismar Alves da Conceição, o “Grande”.
Ele é acusado de ter matado a golpe de faca Cleisson Conceição da Silva, de 21 anos, crime que aconteceu na madrugada do último sábado (24), na avenida Pará.
O acusado foi preso após denúncia anônima ao Disque Denúncia (3312-3350).
Desde o crime, que parentes da vítima denunciam o acusado, inclusive os policiais que efetuaram a prisão estiveram no Bairro Santa Rosa, onde colheram informações a respeito do acusado.
A própria mãe da vítima, Maria do Socorro Ribeiro da Conceição, participou da perseguição ao acusado.
Na tarde de terça-feira, ela se atracou com “Grande” na Estação Ferroviária de Marabá. O acusado se preparava para apanhar um trem e pretendia fugir para o Maranhão.
A dona de casa, em entrevista a uma emissora local de TV, comentou que ficou com alguns arranhões por conta de ter se agarrado com o acusado a fim de evitar que ele embarcasse no trem.
Após essa briga, a dona de casa continuou denunciando o acusado que acabou sendo preso quando trafegava em cima de uma moto nas proximidades da rotatória das Folhas 15, 16, 22 e 23, Nova Marabá.
A irmã da vítima, Raquel Conceição Silva, contou que Cleisson foi atraído para uma cilada. “O Macapá (comparsa do acusado) estava bebendo com o meu irmão e o levou para onde o “Grande” estava, que matou o meu irmão com uma facada”, relata.
Desde o crime que ela está cobrando justiça e acompanhava os passos do acusado, por conta disso estaria sendo ameaçada de morte.
“Recebi mensagens ameaçadoras dele (‘Grande’), mas não desistimos; e agora entregamos nas mãos de Deus”, relata.
O acusado, para a Imprensa, negou o crime e disse que na madrugada de sábado estava no Bairro Liberdade e que não tinha a menor ideia de quem tinha matado Cleisson.
Comentou ainda que não tinha rixa alguma com a vítima, e deu a entender que uma pessoa com a mesma compleição física dele cometeu o crime.
Independentemente das alegações do acusado, o delegado Rodrigo Paggi o autuou o por homicídio simples com base no Artigo 121 do Código Penal Brasileiro, uma vez que, desde crime houve, é chamado de flagrante continuado.
Com o acusado foi encontrada a quantia de R$ 350, que seria utilizada para a fuga, e um aparelho celular.
(Diário do Pará)
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