O Centro de Perícias Científicas (CPC) Renato Chaves nega que o cadáver do investigador de Polícia Civil Édson Viana tenha demorado mais de 26 horas para ser liberado, como afirma a família. O cadáver deu entrada às 23h30 do último sábado, 1º, e liberado às 8h30 do domingo, 2. Portanto, o cadáver foi necropsiado e liberado 10 horas após dar entrada no IML, com documentos que podem comprovar a informação.
Os cadáveres que dão entrada no Instituto Médico Legal (IML) são necropsiados das 8h às 22h. Os que dão entrada após este horário só são periciados a partir das 8h do dia seguinte, respeitando uma ordem de entrada.
A direção do CPC ainda informa que não passa por problemas de falta de médicos legistas. No último domingo, médicos plantonistas realizaram 12 perícias de lesões corporais, uma de sexologia e cinco necropsias, com todos os corpos liberados aos seus familiares.
O CPC ainda ressalta que um procedimento necroscópico exige atenção especial para que seja bem feito. Os cadáveres são detalhadamente analisados, a exemplo dos baleados, que precisam ser radiografados em busca de projéteis de arma de fogo. Tais radiografias podem representar uma importante prova em uma investigação policial. (Agência Pará)
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