Marcelo Almeida, de 25 anos, certamente não vai esquecer tão cedo os piores 60 minutos de sua vida, que passou nas mãos de um homem, que após assaltar um cidadão da avenida Gentil Bittencourt, foi perseguido por policiais civis e acabou entrando em sua casa, fazendo-o refém.
O assalto com refém aconteceu na rua Juvenal Cordeiro, esquina da rua Américo Santa Rosa, no bairro de Canudos, e foi acompanhado com exclusividade e riqueza de detalhes pelo DIÁRIO desde a perseguição, passando pela negociação, rendição do assaltante e os momentos críticos para retirá-lo do local.
Os investigadores Rodrigues e Pantoja informaram que estavam de serviço no patrulhão da Polícia Civil quando se depararam com o assaltante, depois identificado como Daverson Augusto do Vale Barata, de 19 anos, com uma arma tentando roubar os pertences de uma vítima. “Quando ele percebeu a viatura, saiu correndo, entrando na vila e fazendo o rapaz refém”, disse o investigador Rodrigues.
Marcelo Almeida, de 25 anos, certamente não vai esquecer tão cedo os piores 60 minutos de sua vida, que passou nas mãos de um homem, que após assaltar um cidadão da avenida Gentil Bittencourt, foi perseguido por policiais civis e acabou entrando em sua casa, fazendo-o refém.
O assalto com refém aconteceu na rua Juvenal Cordeiro, esquina da rua Américo Santa Rosa, no bairro de Canudos, e foi acompanhado com exclusividade e riqueza de detalhes pelo DIÁRIO desde a perseguição, passando pela negociação, rendição do assaltante e os momentos críticos para retirá-lo do local.
Os investigadores Rodrigues e Pantoja informaram que estavam de serviço no patrulhão da Polícia Civil quando se depararam com o assaltante, depois identificado como Daverson Augusto do Vale Barata, de 19 anos, com uma arma tentando roubar os pertences de uma vítima. “Quando ele percebeu a viatura, saiu correndo, entrando na vila e fazendo o rapaz refém”, disse o investigador Rodrigues.
NEGOCIAÇÃO
Os policiais civis iniciaram as negociações com o apoio de militares do serviço de motopatrulhamento e viaturas da área. O primeiro pedido do assaltante foi a presença da imprensa e, como num passe de mágica, as equipes do DIÁRIO e da RBATV se apresentaram. Daverson Augusto pediu um colete à prova de balas e finalmente um parente como condição para se render.
Ele portava uma pistola de brinquedo quando se rendeu e estava temeroso por sua vida, uma vez que na rua centenas de pessoas fizeram um corredor para acompanhar a saída do assaltante até a viatura. Com o apoio da Polícia Militar foi feito um isolamento, mas na hora da retirada de Daverson Augusto alguns populares romperam o cordão e o agrediram, o que levou os policiais a revidarem com tiros para o alto e assim conseguiram retirar o assaltante do local da ocorrência.
Começava uma “via crucis” do acusado pelas ruas de Belém. Ele foi levado debaixo de um forte esquema de segurança para a UIPP Terra Firme, mas, para a decepção dos negociadores da crise, estes foram informados por uma delegada que o fato não era para ser encaminhado à jurisdição da Terra Firme, e sim à Central de Flagrantes, em São Brás, o que provocou bate-boca entre os policiais civis e militares que estavam na ação e a delegada plantonista.
Finalmente, Daverson Augusto do Vale Barata foi levado para a Ceflag São Brás, onde o delegado Paulo Guilherme Trindade o autuou em flagrante delito pelo crime cometido. Ouvido pelo DIÁRIO, Daverson confessou a autoria do crime, dizendo que saiu de sua casa, na Terra Firme, com o propósito de roubar mulheres que não saberiam identificar se a arma era de verdade ou de brinquedo.
“Eu já tinha roubado uma mulher na Roso Danim, levando o celular, e, quando ia roubar outra pessoa, os policiais civis apareceram e para resguardar minha vida acabei fazendo o rapaz refém”, disse Daverson Augusto, que tem passagens pela Polícia Civil quando menor, acusado também de roubo.
(Diário do Pará)
Os policiais civis iniciaram as negociações com o apoio de militares do serviço de motopatrulhamento e viaturas da área. O primeiro pedido do assaltante foi a presença da imprensa e, como num passe de mágica, as equipes do DIÁRIO e da RBATV se apresentaram. Daverson Augusto pediu um colete à prova de balas e finalmente um parente como condição para se render.
Ele portava uma pistola de brinquedo quando se rendeu e estava temeroso por sua vida, uma vez que na rua centenas de pessoas fizeram um corredor para acompanhar a saída do assaltante até a viatura. Com o apoio da Polícia Militar foi feito um isolamento, mas na hora da retirada de Daverson Augusto alguns populares romperam o cordão e o agrediram, o que levou os policiais a revidarem com tiros para o alto e assim conseguiram retirar o assaltante do local da ocorrência.
Começava uma “via crucis” do acusado pelas ruas de Belém. Ele foi levado debaixo de um forte esquema de segurança para a UIPP Terra Firme, mas, para a decepção dos negociadores da crise, estes foram informados por uma delegada que o fato não era para ser encaminhado à jurisdição da Terra Firme, e sim à Central de Flagrantes, em São Brás, o que provocou bate-boca entre os policiais civis e militares que estavam na ação e a delegada plantonista.
Finalmente, Daverson Augusto do Vale Barata foi levado para a Ceflag São Brás, onde o delegado Paulo Guilherme Trindade o autuou em flagrante delito pelo crime cometido. Ouvido pelo DIÁRIO, Daverson confessou a autoria do crime, dizendo que saiu de sua casa, na Terra Firme, com o propósito de roubar mulheres que não saberiam identificar se a arma era de verdade ou de brinquedo.
“Eu já tinha roubado uma mulher na Roso Danim, levando o celular, e, quando ia roubar outra pessoa, os policiais civis apareceram e para resguardar minha vida acabei fazendo o rapaz refém”, disse Daverson Augusto, que tem passagens pela Polícia Civil quando menor, acusado também de roubo.
(Diário do Pará)
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