A Polícia Militar já vinha no encalço de Erivelton Pantoja Monteiro, de 25 anos, conhecido como “Sarapó”, devido a informações de que o mesmo vinha praticando crimes no município do Moju, inclusive homicídios que vinham sendo investigados pela Polícia Civil.
Escorregadio ao extremo, “Sarapó” fazia valer o apelido de um peixe amazônico para sempre dar o desdobro nos policiais militares. Nesta terça-feira (8) a guarnição do cabo Livaldo e soldados Adriano e Maués foram acionados pela central de rádio, pois, segundo denúncias via 190, o marginal conhecido com “Sarapó” estaria em um táxi de cor prata e que o mesmo estaria armado.
Sob o comando do capitão Hilton a guarnição após receber a informação se deslocou até o bairro Almir Gabriel onde ao avistar o veículo fez a abordagem onde foi constatado que Erivelton Pantoja Monteiro o “Sarapó” estava portando um revólver calibre 38 de nº 2020778 com seis munições intactas.
“Sarapó” ao perceber que ia ser revistado deixou cair no interior do táxi a arma de fogo em uma tentativa em vão de querer até mesmo incriminar o taxista que nada tinha haver com a situação do criminoso. Segundo o capitão Hilton, comandante da 40ª Zona de Policiamento, “Sarapó” está sendo acusado de ter praticado o crime de homicídio, tendo como vítima Jhonatan Craveiro da Silva, fato este ocorrido no dia do Ano-Novo no centro cultural de Moju.
Este rapaz é o mesmo que três dias antes do homicídio, tentou contra a vida do capitão Hilton e sua guarnição, quando este atendeu uma ocorrência de perturbação do sossego alheio na periferia do município do Moju. “Ele era o cara aqui no Moju” informou um dos policiais que participaram da missão que prendeu “Sarapó”.
Em depoimento perante o delegado Carlos Lettieri, Erivelton Pantoja Monteiro que disse ser auxiliar de serviços gerais confessou que estava na feira livre do Moju e ligou para um taxista vir lhe buscar, pois como estava armado não queria voltar a pé.
Ele afirmou que estava andando armado por estar sendo ameaçado de morte por vários elementos do Bairro Alto e Paraíso devido ao fato que ocorreu no centro cultural no primeiro dia do ano. “Eles queriam me pegar e por isto eu estava apenas me protegendo”, afirmou Erivelton Pantoja.
Diante dos fatos o delegado autuou em flagrante delito o indiciado e deixou a cargo da justiça o arbitramento de fiança pelo crime de porte ilegal de arma uma vez que existem outros procedimentos em apuração contra Erivelton Pantoja Monteiro o “Sarapó”.
(Diário do Pará)
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