Por determinação superior, o destacamento da Polícia Militar na vila de Marudá, distrito do município de Marapanim, na região do Salgado paraense, vem conseguindo retirar de circulação pessoas que enveredaram pelo mundo do crime na atividade de venda de entorpecente.
Semanalmente, flagrantes são feitos na Delegacia de Polícia do município e quem acaba ganhando com isto é a comunidade que andava preocupada com as inúmeras “bocas de fumo” e venda a varejo de entorpecente cujo resultado leva a dois caminhos ao cemitério ou cadeia.
Maxoel Coelho Borges, de 21 anos, conhecido como “Macaco” foi um desses que acabou com os costados na cadeia. Ele foi flagrado no bairro do Bom Jesus, no interior de um campinho de futebol conhecido pelos viciados de Marudá como “Maconhão”.
Segundo o sargento J. Monteiro, uma denúncia anônima dava conta que no campo do “Maconhão” dois elementos estavam distribuindo drogas. Com apoio do cabo C. Negrão e soldado Mota do destacamento de Marudá foi feito um cerco no local sendo encontrados Maxoel Coelho e outro homem identificado apenas por “Kiko”.
“Quando eles perceberam a presença da Polícia Militar e consciente do ato ilícito que estavam praticando o Kiko que é suspeito inclusive de homicídio empreendeu fuga e Maxoel não teve como fugir e acabou detido” informou o sargento J. Monteiro.
Com “Macaco” a Polícia Militar encontrou 14 petecas de uma substância, conhecida como “pasta base de cocaína” e segundo o indiciado, o parceiro saiu correndo com o dinheiro da venda da droga que ele não soube precisar a quantia.
De posse do material apresentado, o delegado Rodrigo Venoso Zambardino de plantão na Delegacia de Polícia Civil de Marapanim autuou em flagrante Maxoel Coelho Borges conhecido como “Macaco” com base no artigo 33 da Lei 11.342/2006 estando desde então custodiado na carceragem pública de Marapanim à disposição da Justiça.
(Diário do Pará)
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar