O corpo do investigador Lúcio Barros, morto na noite desta segunda-feira (11) durante troca de tiros com criminosos, está sendo velado desde a manhã desta terça-feira (12), em uma funerária particular na travessa Lomas Valentinas, próximo a avenida 25 de Setembro, bairro da Pedreira, em Belém.
Às 15h30, familiares e amigos acompanham o corpo do investigador até um cemitério particular em Ananindeua, onde será realizado o sepultamento.
Lúcio Barros era lotado na delegacia da Divisão de Homicídios (DH) e morreu durante uma ação de repressão policial no bairro do Telégrafo. Ele foi alvejado pelas costas por um assaltante.
PRISÃO
Três pessoas foram presas acusadas de envolvimento na morte do policial. Luis Fernando e um outro homem, que não teve o nome divulgado, não conseguiram fugir e foram detidos pela polícia.
Luis Fernando é um dos acusados de matar o investigador Lúcio Barros (Foto: J.R. Avelar)
Uma mulher também foi associada ao crime. Na residência dela, a polícia encontrou um revólver e uma quantidade de pasta base de cocaína. A participação dela está sendo investigada pela Divisão de Homicídios.
Ainda na noite de ontem, durante fuga dos criminosos, perseguição da polícia e troca de tiros, Ney Marc de Souza Queiroz, de 25 anos, um dos acusados do assalto acabou levando um tiro e morreu.
Outros dois homens conseguiram fugir após balear o invstigador e seguem sem paradeiro conhecido. Uma equipe policial continua as buscas pela dupla.
(Brunno Gustavo/DOL)
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