Três disparos de arma de fogo foram o suficiente para ceifar a vida de um jovem de apenas 22 anos de idade. Fabrício da Silva Oliveira se encontrava em frente a sua casa, jogando dominó com amigos, quando foi assassinado. O corpo ficou estirado no chão sob olhares de curiosos até a chegada do Instituto Médico Legal (IML), que realizou a remoção do cadáver.
O crime aconteceu por volta das 21h45 de ontem, quinta-feira, 04, às margens da Rua Lauro Sodré, no bairro Milagre, área periférica da cidade de Castanhal, nordeste do Estado. De acordo com o Sargento PM Antônio Marcos, testemunhas informaram de que um homem, vestido com um moletom de cor vinho, foi quem disparou contra o Fabrício. “O que foi nos repassado é que o criminoso chegou no local a pé, pediu um isqueiro ao grupo, composto por quatro pessoas, que jogavam dominó e, antes mesmo de ter o isqueiro em suas mãos, ele (assassino) sacou um revólver da cintura e efetuou três disparos, vindo a atingir o jovem, que morreu na hora”, repassou o Sargento Antônio Marcos.
No local, testemunhas que preferiram não se identificar, por questão de medo, disseram à reportagem do DIÁRIO que um outro homem estaria em uma esquina à espera do atirador para lhe dar fuga numa moto. Assim que ocorreu o assassinato, guarnições da PM passaram a realizar buscas pela cidade a fim de localizar o assassino, mas até o momento do fechamento dessa edição nenhum suspeito foi detido.
Familiares e amigos informaram que Fabrício da Silva Oliveira trabalhava em uma empresa frigorífica, localizada há cerca de 02km do local, onde o rapaz perdeu a vida. Parentes ficaram desesperados ao verem o corpo ensanguentado no chão.
A polícia trabalha na hipótese de execução, pois nenhum pertence pessoal foi levado da vítima. No local, ninguém soube informar se Fabrício tinha inimigos.
A ocorrência foi registrada na delegacia do Centro da Cidade e os detalhes já foram repassados ao delegado Paulo Enrique, que responde pela Divisão de Homicídios de Castanhal. “O crime caracteriza uma execução, mas não descartamos outras questões que possam ter motivado esse assassinato. Já demos início nas investigações e pedimos, também, para que a população denuncie esse criminoso, através do número 181, da Polícia Civil, para podermos dar uma resposta positiva à sociedade Castanhalense”, pediu o delegado.
(Diário do Pará)
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