Um dos acusados de ter cometido o assassinato do policial militar Antônio Rogério Leitão Fonseca, no último dia 6, prestou depoimento na Seccional da Cidade Nova, em Ananindeua, na tarde desta terça-feira (9). O suspeito, conhecido apenas por "Costelinha", foi até a delegacia, mas não confessou o crime. Ele se apresentou apenas para provar que não tem nenhuma participação no crime.
Nono policial morto em quatro meses, Fonseca perdeu a vida ao chegar em casa acompanhado da família, no conjunto Guajará 1. Quando a esposa da vítima saiu do carro para abrir o portão da garagem, um veículo estacionou em frente à residência. Em seguida, um homem armado desceu e anunciou o assalto. No mesmo instante, outros dois homens invadiram a casa. Para tentar impedir a ação criminosa, o policial reagiu, mas foi baleado pelas costas.
Segundo o capitão Ricardo, da Ronda Ostensiva Tática Metropolitana (Rotam), a família do policial morto afirmou que "Costelinha" não estava presente no dia da tragédia. "A viúva do Fonseca e os filhos dele foram reconhecer o suspeito, mas eles disseram que não é nenhum dos que participaram do crime", conta.
As investigações da polícia continuam. Por enquanto, uma pessoa de 21 anos – que não teve a identidade revelada – foi presa portando drogas, algumas munições e um carregador de pistola, possivelmente a arma roubada do policial morto.
(Jorge Luís Rodrigues/DOL)
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar