As Polícias civil e militar prenderam, em flagrante, um casal que comercializava drogas, no município de Nova Esperança do Piriá, nordeste paraense. O flagrante foi registrado na segunda-feira (20), durante a operação policial denominada de "Insônia", com objetivo de combater o tráfico de entorpecentes. Os acusados são Edivaldo Costa Cardoso, de 39 anos, e Edilene dos Santos, 33 anos, que moram na rua 7 de Setembro, no bairro da Vila Nova, zona urbana da cidade.
Conforme o delegado Otto Wirtz, titular da Delegacia no município, os dois mantinham na casa um ponto de venda de drogas, mais conhecido como "boca-de-fumo", que ficava localizada próximo a um colégio de educação fundamental. Com a mulher, os policiais encontraram 39 petecas de cocaína. Edilene, ao ser flagrada, apontou o marido como sócio na venda de drogas. Ela relatou aos policiais que vendia as petecas a R$ 10 cada unidade.
O casal foi preso no momento em que se preparava para ir a uma sede dançante, para vender a droga. "Eles pretendiam apurar até R$ 390 naquela noite", salientou. O casal foi autuado em flagrante por tráfico de drogas e associação para o tráfico, com base nos artigos 33 e 35, da lei nº 11.343/06. Se condenados, poderão pegar até 25 anos de reclusão. O crime é inafiançável.
(DOL, com informações da Agência Pará)
As Polícias Civil e Militar prenderam em flagrante um casal que comercializava drogas, no município de Nova Esperança do Piriá, nordeste paraense. O flagrante registrou-se na segunda-feira (20) durante a operação policial denominada de "Insônia" com objetivo de combater o tráfico de entorpecentes. Os acusados são Edivaldo Costa Cardoso, de 39 anos, e Edilene dos Santos, 33, que moram na rua Sete de Setembro, bairro da Vila Nova, zona urbana da cidade.
Conforme o delegado Otto Wirtz, titular da Delegacia no município, os dois mantinham na casa um ponto de venda de drogas, mais conhecido como "boca-de-fumo", que ficava localizada próximo a um colégio de educação fundamental. Com a mulher, os policiais encontraram 39 petecas de cocaína. Edilene, ao ser flagrada, apontou o marido como sócio na venda de drogas. Ela relatou aos policiais que vendia as petecas a R$ 10 cada unidade.
O casal foi preso no momento em que se preparava para ir a uma sede dançante, para vender a droga. "Eles pretendiam apurar até R$ 390 naquela noite", salientou. O casal foi autuado em flagrante por tráfico de drogas e associação para o tráfico, com base nos artigos 33 e 35, da lei nº 11.343/06. Se condenados, poderão pegar até 25 anos de reclusão. O crime é inafiançável.
(DOL, com informações da Agência Pará)
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