Jadson Mesquita de Alfaia, de 18 anos, Fabrício Barbosa Cardim, de 19 anos, e Luan Craveiro Coimbra, de 20 anos, com um simulacro de arma de fogo resolveram tocar o terror na avenida Norte, do conjunto Providência em Val-de Cans.
Senhores da situação, o trio tomou de assalto um rapaz morador do conjunto que voltava para casa em companhia da namorada, roubando os celulares, dinheiro e outros objetos. O azar do trio é que populares observaram a cena e saíram no encalço deles, conseguindo encurralá-los a poucos metros do local do assalto, tendo um deles levado uma surra dos populares.
Quando estavam apanhando, uma “alma caridosa” que ainda não deve ter sido assaltada ligou com urgência para o telefone 190 do Ciop pedindo apoio de uma viatura, sendo acionada a guarnição da viatura 0134, com o cabo João Carlos, que foi o “anjo da guarda” do trio de vagabundos.
O cabo João Carlos apresentou o trio ao delegado Éden Bentes, na Central de Flagrantes, em São Brás, afirmando que se encontrava em policiamento ostensivo quando recebeu determinação do Ciop para atender uma ocorrência de roubo no conjunto Providência.
“Quando nossa equipe chegou ao local, eles estavam cercados por um grupo furioso de populares, sendo identificados como Jadson Mesquita de Alfaia, Fabrício Barbosa Cardim e Luan Craveiro Coimbra, que ficou bastante lesionado devido à surra que levou dos populares”, relatou o cabo João Carlos.
Diante da situação de Luan Craveiro, que portava a arma de brinquedo, estilo simulacro de pistola e sofreu agressões físicas, ele foi levado para atendimento médico junto ao PSM da 14 de Março e posteriormente reconduzido a Ceflag para ser autuado em flagrante com os dois restantes do bando.
Os indiciados são todos moradores da área de Val-de-Cães e o DIÁRIO ouviu Jadson Mesquita de Alfaia, que confessou a participação na ação delitiva, afirmando que transitava por aquela via pública com seus comparsas, quando avistaram a vítima em companhia de sua namorada e aproveitaram para roubá-los.
A exemplo dos demais, Jadson Mesquita já esteve preso também por assalto e disse que pretendia vender os objetos para conseguir dinheiro e assim se deslocarem para Mosqueiro no domingo, em companhia de umas “piriguetes” já devidamente acertadas através do “Facebook”.
(Diário do Pará)
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