A Justiça adiou o julgamento de Joelson Alves de Mesquita, acusado de ser um dos executores do professor Helio Norman, marcado para ocorrer nesta quinta-feira (8). O júri foi remarcado para o dia oito de outubro.
O defensor público Rafael Sarges requereu o adiamento da sessão do júri sob a alegação de que a promotoria teria juntado ao processo um documento “apócrifo”, em que vincula o acusado a mais oito homicídios, sem dar tempo à defesa do réu de apresentar contra-prova. O documento trata-se de noticia veiculada pela imprensa do Estado do Maranhão onde o réu estaria residindo recentemente.
RELEMBRE O CASO
O professor Hélio Norman era proprietário de um cursinho pré-vestibular e foi morto, a tiros, em janeiro de 1997, em frente à instituição de ensino a qual era dono, no bairro de Batista Campos, em Belém.
O médico Adalberto Batista Rocha e Arnaldo Félix da Silva, ex-sócios da vítima, foram acusados de terem mandado matar o professor. Joséli Menezes de Lima, cunhado do médico Adalberto, também foi apontado como participante do crime e foi preso no último dia 31. Eles foram condenados e cumprem sentença em penitenciária da Região Metropolitana de Belém.
Além de Joelson Alves de Mesquita, Waldeci de Araújo também é acusado de ter executado o crime, mas ele continua como foragido da Justiça. A acusação ainda apontou mais uma sexta pessoa envolvida, mas esta fora assassinada no Maranhão, antes de vir ao banco dos réus.
(DOL com informações do TJ/PA)
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar