Thiago dos Santos Pamplona, 24 anos, foi condenado nesta terça-feira (12) a 22 anos de prisão inicialmente em regime fechado, após ser submetido a júri popular, em Belém. Ele é réu confesso da morte de Marcial Tavares Moraes, 36 anos, segurança de empresa de transporte de valores.
Por maioria dos votos, os jurados acolheram a tese acusatória do promotor de justiça Rui de Almeida Barbosa. Ao se manifestar Barbosa sustentou que o réu foi autor de homicídio qualificado, motivado pelo sentimento de vingança, e pelo fato da vítima ser “metido a polícia”, conforme declarou o réu, ao ser interrogado.
No interrogatório prestado perante os jurados, o réu alegou que o segurança teria assassinado um conhecido seu da área onde mora, conhecido por Totó. Thiago disse ainda que o segurança teria dito em uma situação anterior que iria matá-lo
Em defesa do acusado, o advogado Maurício França sustentou as teses desclassificatórias para homicídio privilegiado ou homicídio simples para receber uma pena mais branda. Ele sustentou aos jurados que o crime não seria qualificado e que o homicídio aconteceu após o réu ter saído de um bar onde estava ingerindo bebida alcoólica e por se sentir ameaçado pela vítima.
O crime foi praticado em novembro de 2010, na passagem Caju, no bairro da Sacramenta. A vítima foi alvejada por dois disparos de arma de fogo, que atingiram o pulmão e o coração.
(DOL com informações do TJPA)
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar