Vinte e cinco dias após o sargento Antônio Hélio, da Polícia Militar, e sua esposa serem assassinados por assaltantes, no centro comercial de Belém, o carro que era dirigido por ele no momento do crime continua parado em frente a Delegacia Geral da Polícia Civil, na avenida Magalhães Barata.
O veículo, uma caminhonete cor prata, está fechado e com marcas de batida na frente e na lateral. Dentro do veículo, principalmente nos bancos e no volante, ainda estão as marcas de sangue do PM e da esposa.
A Polícia Civil disse ao DOL que está aguardando a apresentação dos documentos pela família do sargente, que é do estado do Maranhão, para que a liberação do carro seja feita. A PC informou ainda que todo o procedimento necessário para a perícia já foi realizado.
O CASO
O sargento Antônio Hélio dirigia a caminhonete no centro comercial de Belém, acompanhado da esposa, Feliciana Mota, no dia 7 de novembro, quando foram surpreendidos com a fuga de assaltantes que cometiam um assalto. Ao tentar intervir, o casal foi alvejado pelos bandidos.
Feliciana faleceu no local. O sargento levou um tiro no pescoço e chegou a ser encaminhado para o Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência (HMUE), em Ananindeua, mas não resistiu e faleceu dois dias após o crime.
(DOL)
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