Uma desavença entre marginais que atuam no bairro do Benguí levou a uma tentativa de homicídio contra Jonys Ramalho de Sousa, 19 anos, conhecido como “Capetinha”. Ele foi baleado três vezes na rua Magalhães Barata, próximo ao campo do Pará, no Benguí, por dois elementos parceiros em assaltos na área e conhecidos da Polícia Militar pela alcunha de “Anjinho” e “China”.
“Capetinha” foi encontrado pela Polícia Militar agonizando em uma área descampada e, antes de ser socorrido, informou o nome dos autores do crime para o cabo Evanildo, da viatura 0135 do Grupo de Recobrimento Tático, que recebeu apoio do sargento Neil do serviço de motopatrulhamento e do cabo S. Reis, da viatura 0133.
Os policiais militares, devido à gravidade dos ferimentos, encaminharam a vítima até a Unidade de Saúde do Bengui e imediatamente solicitaram apoio do Samu 192, que fez a remoção do paciente para o Hospital Metropolitano, em Ananindeua.
O estado de saúde de Jonys Ramalho de Sousa foi considerado gravíssimo pelos paramédicos que fizeram sua transferência. Dezenas de moradores se aglomeraram em frente à Unidade de Saúde para acompanhar os trabalhos de remoção.
Segundo o sargento Neil, “Anjinho” e “China” são responsáveis por uma série de crimes de homicídios no bairro do Bengui. “Eles geralmente matam os desafetos para mostrar força entre eles”, afirmou o sargento.
O policial informa que “China” esta sendo procurado por vários crimes e sempre consegue fugir do cerco policial. “Quem souber informações precisas sobre o paradeiro do China pode informar para o telefone 190 do Ciop ou o disque-denúncia através do 181”, solicitou o policial.
A vítima não conseguiu dizer os motivos que levaram a dupla a tentar contra a sua vida. “Quando ele ia falar, desmaiou, mas possivelmente tem envolvimento com os crimes ou mesmo até dívida de drogas, que foi cobrada a bala pelos desafetos”, informou um policial militar.
Jonys Ramalho de Sousa deu entrada no Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência, em Ananindeua, em estado grave e passaria por uma cirurgia. O caso foi registrado na Delegacia de Crimes Violentos, anexo ao Metropolitano.
(Diário do Pará)
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar