A ilha do Mosqueiro foi palco de mais um crime com características claras de execução. O mototaxista Alex Moraes Martins, de 32 anos, foi vítima de dois homens que estavam em uma motocicleta e dispararam vários tiros.
O crime aconteceu na avenida Beira-Mar, na Praia Grande, quando havia muitas pessoas no local. Testemunhas relataram que os assassinos, antes de executar o alvo, passaram pelo menos três vezes pelo local talvez para ter certeza de que era a pessoa certa.
O DIÁRIO esteve em Mosqueiro na manhã deste domingo (15) para levantar o crime que terminou na morte do mototaxista e duas versões foram apresentadas. Para um morador da ilha, ele era considerado um homem trabalhador e não se conheciam motivos para que viesse a ser morto.
Outra fonte consultada disse que o mototaxista, de uns tempos para cá, começou a ser visto com pessoas consideradas “barra pesada” e que teriam envolvimento com o tráfico de drogas, e, por conseguinte teriam levado o mototaxista a enveredar por este caminho. “Cabe à polícia investigar e descobrir por que mataram ele” disse a fonte.
Alex era considerado ativista politico, tendo trabalhado na eleição de uma vereadora que tem eleitores na ilha. “A policia não deve descartar nenhuma linha de investigação. Tem muito angu neste caroço”, informou um amigo da vítima que foi ao hospital do Mosqueiro se inteirar da situação.
Logo após o baleamento, o mototaxista ainda chegou a ser socorrido até o hospital do Mosqueiro. Quando se preparava para ser transferido para o Hospital Metropolitano, acabou morrendo. Policiais militares da Área Integrada de Segurança Pública (Aisp) estiveram no local do baleamento tentando levantar pistas dos matadores.
O caso foi registrado na Seccional Urbana do Mosqueiro, cujo delegado abriu inquérito policial que vai ouvir testemunhas e familiares na tentativa de descobrir quem eram os “motoqueiros fantasmas” que mataram o mototaxista na Praia Grande no Mosqueiro.
(Diário do Pará)
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