As balas de borrachas, usadas para contenção e dispersão de rebeliões em casas penais e delegacias do Pará, viram armas nas mãos de detentos. Após visita na Central de Triagem da Marambaia, em Belém, representantes do Ministério Público do Estado (MPE) se surpreenderam com as armas caseiras criadas pelos presos com as balas.
Por conta disso, o promotor de Justiça Militar, Armando Brasil Teixeira, enviou ao comandante geral da Polícia Militar, Daniel Borges Mendes, recomendação determinando a todo o efetivo que recolha o artefato depois de dispará-lo, para evitar que eles sejam usados, posteriormente, por detentos.
O promotor Armando Brasil disse que essa modalidade de estoque é pioneira no Pará e talvez em todo o Brasil. Nem os PMs dos Batalhão de Choque, Rotam e COE conheciam as peças.
(DOL)
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