Um crime à luz do dia e com muitas testemunhas não dará muito trabalho à Polícia Civil para descobrir quem matou com oito tiros Helen Cristina Damasceno da Silva, de 32 anos, na rua Deodoro de Mendonça com a passagem Ismael de Castro, ao lado do prédio do Iterpa.
Há muitas testemunhas e informações disponíveis ao delegado Dauriedson Bentes e sua equipe da Divisão de Homicídios, que esteve no local fazendo os primeiros levantamentos quanto à autoria do crime, em que há duas versões conflitantes que serão dissipadas com as imagens de câmeras de segurança em todo o quadrante do
homicídio.
Os primeiros levantamentos do DIÁRIO apontam para o ex-companheiro de Helen Cristina, um ex-presidiário que cumpriu pena no Presídio Metropolitano III, em Americano. De prenome Gilmar, este teria ligado para a ex-companheira, de quem estava separado há duas semanas, pedindo que ela pegasse uma importância em um banco em São Brás, que seria entregue a uma terceira pessoa para pagar um carregamento de droga.
A versão tomou pé pelas características antes do crime. A vítima trafegava em uma moto Biz pela rua Deodoro de Mendonça e foi abordada por um homem moreno de boa estatura, em uma motocicleta, no meio da rua e, após uma rápida conversa, o assassino deixou a motocicleta em que estava seguindo a vítima até o lado do Iterpa, onde disparou 12 tiros, fugindo no sentido contrário para pegar a moto estacionada em frente a uma igreja evangélica.
(Diário do Pará)
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