Uma criança de seis anos foi encontrada morta em um matagal, sem roupa, com um corte no pescoço, que provavelmente tinha sido de faca, com vários hematomas pelo corpo e um golpe na cabeça. A menina teria saído de casa por volta das 8h30 de ontem, na companhia de outra criança de nove anos, para comprar pão em uma padaria próximo à casa das duas crianças, que eram amigas. As duas meninas passaram a manhã toda desaparecidas e uma delas só foi encontrada às 20h pelo vigia de um sítio, na WE 6 com S/N 15, no conjunto Maria Helena Coutinho, no bairro Tenoné. Pouco depois, a outra criança, de nove anos, foi encontrada pela Polícia Militar, na 6ª linha do Tenoné, na invasão Badote. Segundo informações do cabo Afonso, ela estaria degolada.
De acordo com o cabo Oswaldo da 2ª Companhia de Policiamento / 10° Batalhão de Polícia Militar, o vigia que encontrou a primeira criança viu um homem em uma bicicleta cargueira jogando algo no mato. “Ele contou que viu esse homem jogando algo que estava dentro de uma caixa e que pensava ser um cachorro, que por conta disso foi olhar o que seria e encontrou a criança. Ele disse que o homem a jogou no mato e foi embora na bicicleta com a caixa”. O cabo relatou que o vigia não identificou o suspeito, mas que se tratava de um homem moreno, que usava boné preto e bermuda vermelha. A testemunha também informou que a bicicleta cargueira era vermelha. “Como já era de noite e a rua estava escura, não deu para identificar o rosto, apenas essas características”, acrescentou o PM.
A Divisão de Homicídios da Polícia Civil esteve no local para investigar o caso. Segundo a delegada Maria Lúcia Santos, a menina foi agredida e tinha um golpe no corpo que poderia ser de faca. A delegada também ressaltou que ainda não era possível afirmar que a menina havia sido abusada sexualmente.
O corpo da criança foi periciado por uma equipe do CPC “Renato Chaves” e removido para o Instituto Médico Legal.
(Diário do Pará)
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar