A Polícia Civil apreendeu pouco mais de 10 mil mídias “piratas”, em operação policial, na cidade de Marabá, sudeste do Estado, neste fim de semana. O trabalho foi realizado em parceria com a Coordenação de Obras e Postura da Prefeitura de Marabá. O objetivo foi o combate à reprodução e comercialização de mídias piratas.
Durante o desenrolar da atuação policial, os produtos ilegais foram apreendidos em 14 bancas espalhadas nos bairros da Cidade Nova, Nova Marabá e Marabá Pioneira. As mídias eram vendidas em feiras livres, bancas clandestinas e até mesmo em lojas do comércio regular.
ADOLESCENTES
Foram ainda apreendidos três adolescentes e presos três adultos autuados em flagrante pela venda dos produtos. Os jovens foram entregues aos responsáveis, após o acompanhamento do Conselho Tutelar de Nova Marabá.
Já os adultos autuados foram postos em liberdade após arbitramento de fiança. “É importante que ocorram esses tipos de operações em razão da comercialização desse tipo de produto, que, além de atentar contra os direitos autorais de toda indústria fonográfica, têm diversas repercussões nas esferas da criminalidade como um todo, pois, como o crime é multicausal, também as consequências são diversas e, por sua vez, alimenta uma cadeia delituosa, como o caso que está sendo investigado, do pagamento de propinas a setores da sociedade para que esse tipo de comércio se mantenha”, detalha o delegado Carlos Vieira, titular da Seccional de Marabá.
CORRUPÇÃO DE MENOR
Ainda conforme explicou o delegado, outros adultos que eram os reais proprietários das bancas nas quais foram apreendidos os adolescentes já foram identificados e serão, após conclusão do Inquérito Policial, indiciados pela comercialização das mídias e pelo crime de corrupção de menores.
A operação atende cumprimento da determinação da Superintendência Regional do Sudeste Paraense, sob coordenação do delegado Ricardo do Rosário, que contou com equipes policiais da Seccional de Polícia e do Plantão Policial da delegacia da Cidade Nova, sob o comando do delegado Reinaldo Júnior.
(Diário do Pará com informações da Ascom/Polícia Civil)
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