A advogada Lia Adriane Gonçalves, que defende uma das vítimas de Gilberto Araújo da Silva, chefe do setor de Tecnologia da Informação do Aeroporto Internacional de Belém, flagrado filmando mulheres que circulam no local com um tablet, repudiou a ação do servidor.
Em nota enviada à RBA TV, Lia informou que pretende colaborar na propagação de informações esclarecedoras a vítimas que sofreram o mesmo tipo de abuso e lamenta a lei do país sobre o caso.
"Venho informar que lamentavelmente a Lei Penal brasileira não dá o tratamento merecido a este tipo de infração, ou melhor, contravenção. Muito embora minha cliente tenha passado e ainda esteja passando por esse inigualável abalo moral e possivelmente de imagem, a Lei penal Brasileira trata esse tipo de infração como menor potencial ofensivo, o que deve findar em reversão da pena em pena alternativa, prestação de serviços a comunidade e outras", informa.

Funcionário prestou depoimento à polícia e foi liberado. Advogada de vítima considera que brechas na lei pode beneficiá-lo. (Foto: Divulgação/OAB)
Na mesma nota, a defensora afirma que para compensar o abalo espera, dentro da esfera cível, recompensar a vítima como também que a Infraero tome as devidas medidas administrativas afim de apurar e punir o servidor, que segundo informações de pessoas que trabalham dentro do aeroporto, vem reincidindo à prática.
O acusado foi detido na última segunda-feira (31), no momento em que filmava uma mulher que estava de vestido e subia pela escada rolante.
(DOL)
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar