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POLÍCIA

Apresentado trio que portava 29 kg de óxi

Dois homens e uma mulher foram apresentados à imprensa, na madrugada de ontem, suspeitos de crime de tráfico de drogas, na Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) pertencente à Divisão Repressão ao Crime Organizado (DRCO). Conforme a polícia, uma

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Dois homens e uma mulher foram apresentados à imprensa, na madrugada de ontem, suspeitos de crime de tráfico de drogas, na Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) pertencente à Divisão Repressão ao Crime Organizado (DRCO). Conforme a polícia, uma denúncia anônima delatou o trio que foi apreendido 29 quilos de óxi, na tarde da última terça-feira (1), no município de Moju, nordeste paraense.

De acordo com investigações feitas pelos delegados Hennison Jacob e Cláudia Renata Guedes, da DRE, William Jeferson Correa Dorti, de 25 anos, Basílio de Freitas Moreno, de 26, e Maria de Jesus Pinheiro, 45, traziam o entorpecente da cidade de Sinop, norte do Estado de Mato Grosso, em um veículo modelo L200 Triton, cor branca.

“Recebemos uma denúncia de que eles estavam com quase trinta quilos de óxi escondidos em um carro dentro de uma balsa, no município de Moju. Policiais civis do Grupamento de Pronta Entrega (GPE) foram ao local e encontraram a droga escondida no forro das portas e no estepe do carro. De acordo com informações, a droga foi comprada pelos dois homens por duzentos mil reais e seria vendida e distribuída aqui na Região Metropolitana de Belém. Há mais pessoas envolvidas, mas vamos investigar para poder identificá-las”, explicou o delegado Hennison.

Os três suspeitos receberam voz de prisão e foram encaminhados para a sede da DRE, localizada na Rodovia Mário Covas, para prestarem depoimento e responderem procedimento de flagrante por crime de tráfico de drogas.

William contou que é técnico de refrigeração e que comprou junto do amigo Basílio a droga por R$200 mil. “A gente ia lucrar mais de R$500 mil com a venda dessa droga. Comprei com o Basílio, cada um deu cem mil reais. Também compramos o carro (L200 Triton) e viemos para o Pará vender o óxi”, disse.

O amigo dele – Basílio – declarou que é proprietário de uma empresa de recarga de toner para impressoras e que se envolveu no tráfico para lucrar mais do que na empresa. “Eu lucro cerca de vinte e cinto mil reais por mês. Resolvi me meter no tráfico porque eu iria lucrar o que eu levaria uma vida inteira pra lucrar com a minha empresa de toner”, alegou.

A suspeita negou participação no crime e relatou que “não conhece os dois suspeitos”. William e Basílio seriam conduzidos para alguma prisão do sistema penal e Maria para o Centro de Recuperação Feminino (CRF), no Coqueiro. Após as transferências, os três iriam aguardar julgamento da Justiça.

(Diário do Pará)

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