Enquanto as viaturas do 6º Batalhão de Polícia Militar (BPM) estavam paradas na garagem por conta da paralisação por melhorias de condições financeira e de trabalho, o corpo de um adolescente de 16 anos, assassinado com um tiro na cabeça, no início da madrugada de ontem (7), foi “vigiado” por moradores das redondezas da Travessa We-78, no Conjunto Cidade Nova 6, em Ananindeua até a chegada dos peritos criminais e da Divisão de Homicídios (DH).
Após atender duas ocorrências de homicídio, uma equipe de policiais da DH, comandada pela delegada Maria Lúcia, e peritos do Centro de Perícias Científicas Renato Chaves foram até a cena do crime e puderam levantar as poucas informações sobre o caso.
Por ser uma área escura e pouco movimentada durante o dia, quem observava o cadáver do jovem estendido no meio do lixo não soube informar quem matou o adolescente e quais as circunstâncias do homicídio. Pelas investigações preliminares, o caso pode ter sido uma “execução” por conta de possíveis desentendimentos entre assaltantes.
VICIADO
De acordo com informações da Polícia Civil, “o jovem já havia sido apreendido na Divisão de Atendimento ao Adolescente (Data), seria viciado em drogas, envolvido em assaltos e principalmente em roubo de motocicletas”.
Antes de ser assassinado, ele estaria consumindo drogas nas dependências da feira da Cidade Nova 6”, que diga-se de passagem, está abandonada pelo poder público e tomada pelo lixo e escuridão – ambiente ideal para encontro de usuários , traficantes de entorpecentes e assaltantes.
(Diário do Pará)
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