A Operação Minerva deflagrada na última quinta-feira (24) apresenta saldo considerado positivo no combate à criminalidade e irregularidades em quatro bairros da capital paraense. Somente durante a manhã de ontem, três pessoas que tinham mandados de prisão decretados, mas ainda estavam em liberdades, foram detidas, todas por roubo qualificado praticado anos anteriores. Até o início da tarde de ontem, chegou a sete o total de pessoas presas, a maioria por assalto em Belém.
O trabalho realizado em conjunto entre as polícias Civil e Militar, Guarda Municipal de Belém, Superintendência de Mobilidade Urbana de Belém (Semob), Secretaria Municipal de Economia (Secon), Departamento de Trânsito (Detran) e ProPaz, iniciou às 6h do dia 24. Esta é a quarta operação deflagrada em Belém, desta vez, atinge os bairros da Cremação, Condor, Batista Campos e Jurunas, até a segunda-feira (28).
Além do cumprimento de mandados de prisão, estão sendo apreendidos veículos com documentação irregular, máquinas caça-níquel, e sendo feita averiguação de denúncias de tráfico de drogas e outros crimes.
Ontem, Elias dos Santos Moraes, Wladimir de Souza Negrão e Lhotas Matheus de Freitas foram surpreendidos com o cumprimento dos mandados de prisão preventiva decretados contra eles, todos por praticarem assaltos.
Elias possuía uma condenação de sete anos de seis meses por crime praticado em 2005. O segundo acabou sendo descoberto após a polícia averiguar denúncia do comércio ilícito de entorpecente. Nada foi encontrado na residência, porém, ao checar a ficha criminal do homem de 50 anos, ele estava com mandado de prisão preventiva decretado. Lhotas foi preso recentemente por posse ilegal de munições, mas logo foi solto e agora deverá cumprir pena também por assalto.
“É notório que a presença da polícia reduz a criminalidade. É muito interessante, pois tem refletido nos lugares onde atuamos e em toda a sociedade”, avalia o diretor da Seccional Urbana da Sacramenta, delegado Aldo Botelho. A operação também realiza trabalho de cidadania com emissão de documentos na escola Camilo Salgado, localizada no complexo do Jurunas.
(Diário do Pará)
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