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POLÍCIA

Queima de ônibus foi programada pela rede social

O caso em que bandidos atearam fogo em um ônibus em Marabá, sudeste do Estado, após um assalto realizado na madrugada desta quinta-feira ainda repercute. O ato foi programado por uma facção criminosa da cidade. Passava das onze horas quando quatro suspeit

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O caso em que bandidos atearam fogo em um ônibus em Marabá, sudeste do Estado, após um assalto realizado na madrugada desta quinta-feira ainda repercute. O ato foi programado por uma facção criminosa da cidade. Passava das onze horas quando quatro suspeitos abordaram o coletivo quando este passava pela folha 13, nova marabá, e anunciaram o assalto.

Cerca de oito passageiros estavam no coletivo. Após levarem dinheiro e celulares das vítimas, os suspeitos informaram que ateariam fogo no ônibus mesmo com os passageiros dentro. Todos conseguiram sair do veículo pelas janelas de emergência do coletivo e ninguém ficou ferido. O GTO prendeu José Alves do Nascimento de 19 anos, dois adolescentes e uma mulher.

De acordo com o tenente-Coronel do 4º Batalhão de Policiamento Militar de Marabá, Eduardo Pimentel, o ato foi mesmo programado pelas redes sociais dos bandidos. “Eles se intitulam pertencentes ao grupo PCDM, Primeiro Comando de Marabá e nos chegou a informação de eles estavam articulando isso por meio das redes sociais e tinham previamente articulado esse ataque”, declarou o tenente-coronel. “Mas graças à ação conjunta da Polícia Civil e Polícia Militar, conseguimos chegar rapidamente aos suspeitos e interceptá-los”, disse.

Ainda de acordo com o tenente-coronel Eduardo, toda a conversar relacionada ao ataque ao ônibus foi interceptado pela Polícia Civil por meio dos celulares apreendidos com os suspeitos. “Com o WhatsApp há muita facilidade de que essas conversas sejam repassadas e que tenham realmente essa articulação”, disse ele, salientando que a mesma rede social ajudou a Polícia a prender os suspeitos. “Mas nós contamos com o apoio da população onde a grande maioria dos cidadãos de bem de Marabá, quando receberem qualquer tipo de informação pelas redes sociais, possam nos repassar e nós tomaremos todas as providencias para a segurança da população”, declarou.

(DOL, com informações de Michel Garcia/Diário do Pará)

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