O DIÁRIO também acompanhou a apresentação do armamento apreendido em poder dos bandidos, feita na Central de Flagrante de São Brás, perante o delegado Antônio Maria, pelo cabo Waldir, pormenorizando toda a ação e apresentando o cabo Padilha na qualidade de vítima.
Este era o segundo assalto, em menos de dez minutos, praticado pelos quatro bandidos. Antes de roubar e agredir o cabo Padilha, eles tinham feito outro assalto na rodovia Arthur Bernardes em uma loja de variedades, levando toda renda, celulares e roupas e ainda deram um tiro, por pura maldade, em Azenize Xavier dono da loja, que compareceu à Ceflag/São Brás para ser ouvido na qualidade de vitima.
Segundo os policiais que participaram da ação pra prender os autores do assalto ao cabo Padilha, os quatro eram considerados irrecuperáveis para viver em sociedade. Os que morreram tinham passagens pela polícia por uma série de crimes e eram sempre presos, mas logo ganhavam a liberdade e com este “mérito” dado pela Justiça ainda ameaçavam policiais militares e os denunciavam criminosamente na Corregedoria.
A ação ousada dos marginais provocou reações nos meios policiais. “Não vamos permitir que criminosos imitem marginais de outros Estados para aterrorizar nossos policiais. Nossa resposta será sempre à altura”, disse um policial ao DIÁRIO, pedindo o anonimato.
(J.R Avelar/Diário do Pará)
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