Um latrocínio que foi vítima o segurança Celival Cardoso Dias, no município do Moju, foi desvendado pela Polícia Militar, que prendeu e apresentou para o flagrante os réus confessos Bruno Rodrigo Vilhena Santos, conhecido como “Bruninho” de 24 anos e José Augusto Correa de Brito, de 20 anos.
A apresentação da dupla de criminosos na Delegacia de Polícia Civil de Abaetetuba perante o delegado Delcio Costa Santos pelo cabo Emerson Romildo lotado no 31º BPM informando que estava de plantão averiguando um acidente de trânsito quando recebeu uma denúncia que dois suspeitos de terem participado de um latrocínio estariam escondidos em uma residência na rua Aristides Reis no bairro Cristo Redentor.
Com apoio dos soldados Sidnei Negrão e Emanoele Farias foi feito o deslocamento até o local encontrando dentro da residência três pessoas e dentro de uma rede uma pistola Bersa com quatro munições intactas além de celulares e a confissão da participação direta da dupla no latrocínio que foi vítima o segurança Celival Cardoso.
Bruno Rodrigues Vilhena Santos o “Bruninho” morador do bairro do Guamá em Belém deu detalhes do crime em um depoimento cheio de detalhes. “Bruninho” disse que a arma pertencia ao comparsa José Augusto Correa de Brito e que logo depois de matarem pra roubar o segurança eles fizeram uma fuga cinematográfica até serem presos pela Polícia Militar.
“Bruninho” é considerado um assaltante de alta periculosidade. Verificando seus antecedentes criminais o DIÁRIO encontrou o registro de três passagens pelas cadeias de Belém pelo crime de roubo estando na condição de foragido da Colônia Penal Heleno Fragoso desde 2010 e segundo ele durante todo este tempo em liberdade não trabalhou vivendo apenas de assaltos e frequentar festas de aparelhagens em Belém.
CONFESSOU
José Augusto Correa de Brito confirmou sua participação no crime sendo também um assaltante perigoso que atua em Belém e agora estava praticando crimes em cidades do Baixo Tocantins, tanto que logo após o latrocínio na fuga praticaram um arrastão pelas ruas de Abaetetuba roubando celulares que foram logo vendidos.
José Augusto já esteve preso pelos crimes de roubo, porte ilegal de arma de fogo e atualmente estava assinando no Fórum e resolveu não mais retornar para assinar e nunca mais voltou a justiça, quebrando sua condicional.
“Estou arrependido de ter cometido o crime mais é a maneira que consigo sobreviver”, disse José Augusto Correa de Brito.
(Diário do Pará)
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