Um dos crimes de maior repercussão no Pará completa três anos nesta quinta-feira (10). A morte do vigilante Joelson Ramos de Souza assassinado e esquartejado dentro de um quatro de motel no bairro da Guanabara, município de Ananindeua, ainda choca muita gente pela brutalidade do crime.
O corpo de Joelson foi encontrado sem a cabeça e os dedos, justamente para dificultar a identificação do corpo. A cabeça foi jogada pela acusada em uma lixeira na BR-316.
As investigações da Polícia Civil chegaram à Savana Natália. Conforme a acusação, ela mantinha um relacionamento com a vítima, iniciado de forma virtual.
Pelas conversas com Savana, Joelson iria se mudar com ela para Macapá. Alguns dias antes do crime, eles já teriam transferido móveis e objetos pessoais para a capital do Amapá.
PRISÃO
Além de Savana, a polícia prendeu ainda Raimundo Nonato que, segundo a polícia, também mantinha um relacionamento com a acusada e teria participação no crime. Na denúncia, o Ministério Público alegou que o casal se apropriou dos pertences da vítima.
O casal foi condenado a mais de 27 anos de prisão pelo crime de latrocínio. Foi negado aos réus o direito de recorrer da sentença em liberdade.
Entretanto, em janeiro deste ano, a 3ª Comarca Criminal acatou o recurso da defesa e desclassificou o crime de latrocínio para homicídio.
O caso está em andamento na comarca de Ananindeua e, segundo o Tribunal de Justiça do Pará, o casal irá a júri popular. A data ainda não foi definida.
(Antonio Santos/DOL)
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