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POLÍCIA

Família denuncia hospital por negligência médica

Em contato com a RBATV, a família do mototaxista Gideilson de Barros Lima, de 34 anos, denunciou neste sábado (12) o Hospital Urgência e Emergência Doutor Augusto Chaves, em Marituba, por negligência médico no atendimento. De acordo com Mariane Barros de

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Em contato com a RBATV, a família do mototaxista Gideilson de Barros Lima, de 34 anos, denunciou neste sábado (12) o Hospital Urgência e Emergência Doutor Augusto Chaves, em Marituba, por negligência médico no atendimento.

De acordo com Mariane Barros de Lima, irmã da vítima, Gideilson chegou na urgência com dores no estômago e vômito. Segundo ela, os médicos aplicaram diversas injeções e receitou alguns remédios e após isso ele foi liberado para ir para casa.

“Quando eu cheguei no hospital conversei com ele e ele falou que estava melhor. O médico liberou ele para ir para casa e receitou alguns medicamentos. Ao ir para casa meu irmão desmaiou e a boca dele começou a espumar. Voltamos com ele para o hospital e o médico disse que ele teve um AVC, depois falou que ele teve um ataque cardíaco”, explicou Mariane.

A família acusa o médico de descaso no atendimento e prestação de socorro à vítima. Mariane afirmou ainda, que a família foi proibida pelos seguranças de entrar no hospital para acompanhar o atendimento de Gideilson.

“Ele estava melhor e depois das injeções, com cerca de 20 minutos ou menos, ele já começou a passar mal. Pedi o prontuário dele e o médico não quis me entregar. Ele apenas escreveu em um papel de consulta as medicações aplicadas e o que tinha acontecido com o meu irão e falaram que eu podia levar à delegacia”, acrescentou Mariane.

O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), mas segundo a irmã da vítima, nenhum procedimento será realizado hoje. “Achei muito estranho. O rapaz que dirige o carro do IML falou alguma coisa no ouvido da mulher que estava com ele. E, ela me informou que hoje nenhum procedimento vai ser feito, que eu não poderia acompanhar eles e que somente amanhã eu poderia ir no IML levar os documentos do meu irmão, para então eles darem início do procedimento”, explicou.

A família procurou a Seccional de Marituba para registrar o Boletim de Ocorrência (BO), mas foi informada de que a denúncia só poderá ser apurada após resultado do exame necroscópico que deve sair nos próximos dias.

O DOL tentou entrar em contato com o hospital, mas os telefones não são atendidos.

(DOL)

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