Durante a tarde desta sexta-feira (14), representantes dos gerentes da empresa 'Carimbó da Sorte', Mário Carvalho de Souza Milhomen e Claudio Henrique Albuquerque, receberam a imprensa para uma coletiva, afim de esclarecer sobre o caso investigado pela Polícia Federal (PF), que deflagrou na última quarta-feira (12), a "Operação Trevo" em 13 estados do país.
A ação combate crimes financeiros e lavagem de dinheiro que se estendiam desde a prática do jogo do bicho e máquinas caça-níqueis até a emissão de bilhetes de loteria, disfarçados como títulos de capitalização.
Os representantes garantem que o 'Carimbó da Sorte' funciona com base nas normas federais do segmento de títulos de capitalização e com autorização da Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), autarquia do governo federal responsável pelo controle, normatização e fiscalização dos mercados de seguro, previdência privada aberta, capitalização e resseguro.
Ainda de acordo com a empresa, já foram declaradas "diversas decisões judiciais favoráveis aosegmento das empresas relacionadas a essa atividade, em processos que questionam asoperações inerentes aos títulos de capitalização, decisões essas que reconhecem absoluta divergência entre as atividades de capitalização e a prática de jogos de azar".
Cerca de 300 policiais participaram da operação, que incluem os estados de Pernambuco, Alagoas, Amazonas, Bahia, Espirito Santo, Goiás, Minas Gerais, Paraíba, Piauí, Rio de Janeiro, São Paulo e Rio Grande de Sul.
(DOL)
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